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Filosofia das bolas de papel.

Joguei a preguiça contra a parede.
Ela lentamente caiu, como quem sabe que vai perder mas faz da resistência a sua última arma.
Assim pude eu jogar no papel tudo de mais mirabolante. E fiz cálculos e retomei teorias e expus pensamentos e desmembrei antigas dúvidas.
Meu quarto encheu-se de bolas de papel e eu não as tirei de propósito.
Se é verdade que o homem necessita provar o seu esforço, que eu prove o meu contando aquelas bolas.
E estou orgulhosa de mim mesma, totalizaram mais de cem.
Meu cérebro materializado. Aconselho a todos a também o fazerem, é a melhor ilusão do mundo.

PS: Hoje as bolinhas estão no lixo dos papéis, provavelmente a caminho da reciclagem(assim eu espero, pois fiz a minha parte).

TMB
Enviado por TMB em 23/11/2006
Código do texto: T299414
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Sobre a autora
TMB
Maceió - Alagoas - Brasil, 25 anos
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