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Sem Saida...


Depois de uma semana ardúa de trabalho finalmente chegou sexta feira momento de tranquilizar aqueles males ocorridos durante a semana toda. Saindo do serviço nessa sexta feira com esse pensamento tudo pode acontecer. olhando para a frente um bar cujo nome está escrito com letras garrafais "Kalongas noites" a vontade é tanta de sentir aquele "tile e take" da garrafa batendo na berada do copo, aquela "geladinha" aquelas pessoas todas se divertindo como podem, umas gritando,outras batendo uma "sinuquinha" pessoas importantes, pessoas do povo e assim me sitúo dentro desse ébrio. Entrando nesse bar sou comprimentado pela dona e seus associados, atendimento de primeira, "abanco-me" nas cadeiras plasticas junto com um colega de serviço que logo havia me convidado e assim começamos desfrutar esse mais puro momento de destreza com o éter que junto com alguns paradigmas soam na memória: tomamos a primeira praticamente tomei sozinho, pois estava com sede,sede de sentir a sensação de matar aquela vontade que me faltava,sentia falta de tudo até começar a fazer efeito, que sensação de que tudo andava lentamente,a mente tardava a pensar mas pensava com cautela,a segunda foi melhor ainda tomava com mais leveza e assim a voz saia com maior leveza como se fosse sintagmas concatenados,as vezes da vida as vezes do trabalho,as vezes uma brincadeira sadia, acabava mais uma descia mais uma e percebia que já estava meio "aereo" a boca falava mas já com aquela leveza junta com aquela moleza de corpo. parei um pouquinho e fui dar um "stop" a unica junção seria descarregar um pouquinho e assim se passaram quase duas horas a bexiga estava apertada e um ar de incomodado, levantei meio mole fui ao sanitário mais proximo descarreguei a bexiga e voltei meio aliviado, o estomago pedia algo, pedimos uma porção de salame com limão comemos lentamente concatenando as ideias, mais ou menos na metade pedimos mais uma. nesse período chega o chefe,metido a patrao rigoroso diz:
-bebendo né? vou demitir por justa causa e repondemos:
- acabou o expediente somos livre quer tomar um copinho?
pegou o "copinhão" e parecia estar meio "aerio"

depois termino essa crinica...
aguardem....
leiam...
comentem...
e se puderem leiam a outra que fiz...
pelo menos eu recomendo
Marcos Roberto de Oliveira
Enviado por Marcos Roberto de Oliveira em 01/12/2006
Código do texto: T307187
Classificação de conteúdo: seguro

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Sobre o autor
Marcos Roberto de Oliveira
Francisco Morato - São Paulo - Brasil, 37 anos
161 textos (9701 leituras)
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Marcos Roberto de Oliveira