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Nos meus tempos de criança costumava visitar o sítio Santa Rita, onde moravam meus avos.
Das recordações que guardei, ficou viva a lembrança de uma árvore que ficava na entrada do pomar bem ao lado da casa.
Era uma árvore tão linda, com folhas verdes e brilhantes!
Quando o dia amanhecia, o sol começava a derramar seus raios e suas folhas pareciam moedinhas de ouro esparramando pelo chão. Era uma alegria. Tudo ao seu redor era bonito. Logo começavam aparecer as borboletas, os passarinhos cantores, as abelhinhas trabalhadoras.
E as florzinhas então! Pareciam cantar de alegria sob a sombra da tão frondosa árvore.
Nas tardes quentes, costumava me sentar sobre sua raiz para observar os beija-flores e as borboletas que bailavam sem parar demonstrando alegria.
Havia até um pequeno riacho de águas cristalinas que passava ao seu lado esquerdo. Sua sombra parecia refrescar os peixinhos que adoravam ficar por ali.
Infelizmente o tempo passou...
E quando a saudade apertou, voltei para rever meu recanto de felicidade.
Mas...Não havia mais árvore frondosa, nem florzinhas e nem riacho.
Os homens que por ali passaram com suas máquinas modernas, afugentaram as borboletas, os passarinhos e até os peixinhos.
Agora, ali no lugar daquela árvore, só havia uma grande massa de concreto.
Que pena!
Como os homens são tolos!
Não sabem que destruindo a natureza, destroem-se a si próprios!

Augusta Schimidt
Enviado por Augusta Schimidt em 07/08/2005
Código do texto: T41121

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Sobre a autora
Augusta Schimidt
Campinas - São Paulo - Brasil, 66 anos
366 textos (532180 leituras)
4 e-livros (6968 leituras)
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Augusta Schimidt

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