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Atentados, terrorismos, más notícias...

Não percebo nada disto... Nem sei em quem acreditar, pois tudo se torna absurdo.

Cheira-me a que anda muita gente de mãos dadas para cometer disparates absurdos.

Algumas certezas: morre imensa gente com fome e solidão; O. Palm foi assassinado; realmente por quem? - Um maluquinho, claro. O. Palm era um emblema num país algo simbólico de um capitalismo "humano"; as máfias italianas, ao que parece, deixaram de cometer atentados, depois de terem entregue à polícia o último (?) "capo". Estarão sossegados?... Não. Reciclaram-se e actuam "legalmente", mas só "legalmente"? A quem se aliam e quem são? Há demasiados colarinhos brancos. E quando o branco é demasia, só pode acontecer demência. Os estados estão minados, os partidos minadíssimos para quando chegarem ao poder. Há cada vez mais crianças na escola primária a tomarem medicamentos para a concentração e a "hiperactividade". Cada um de nós está minado por si próprio. A chamada comunicação social, não passa de uma trapalhada produtora e veiculadora de "mas notícias".
Só venderão o seu nauseabundo papel (pobres árovores) com base em catárse pseudo-trágica?... O riso e o sorriso não existem?

Será que há uma diversão conspirativa e cínica para nos deprimir?

Aponto uma alternativa, pequena, mas que penso fundamental - publicar notícias positivas, tipo - Em Lisboa, na carruagem do metro com sentido Campo Grande-Alvalade, pelas 11 h e 15 um latino-americano, tocava e cantava com um rosto algo feliz. Já o vi mais resplandecente. Não roubava, nem pedia - prestava um serviço e algumas pessoas batiam o pé, marcando o ritmo. Eu vi, eu ouvi, eu tremi.

Alguém se interessa por esses acontecimentos? Talvez não, ou talvez ande tudo muito surdo, cego e empedernido.
Quem continua com notícias deste género? Não me digais que sou ingénuo ou tonto ou idealista.
Estou farto da espiral do mal, apesar de não saber muito bem o que é o bem e o mal e o que está entre, mas vou tentanto.

José Manuel Marinho
Enviado por José Manuel Marinho em 07/10/2005
Código do texto: T57697

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Sobre o autor
José Manuel Marinho
Portugal
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