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Palavras ao vento

Semana passada senti um grande temor em meu peito,temi não  suportar tamanha dor.
Confesso que em meus eletros nada foi diagnosticado, porém ainda não encontrei um médico capaz de curar a dor do amor...se é que isso é amor!
Foi assim meio de repente, em conversas casuais, telefonemas mal interpretados ou, ai foi engano.
A danada da pulguinha denominada desconfiança, logo se apossou dos meus sentidos e eu virei a parnóica.
Tudo era motivo para desconfiança, até mesmo visitar amigos, dos quais supostamente eu não poderia ir.
O estranho era ver esse amaranhado crescer e não ter forças para desfazer os nós ou simplesmente descartá-los.
Hoje, eu compreendo coisas que antes eram ao meu ver inconcebíveis, jamais me imaginei sendo capaz de perdoar uma traição, forte o suficiente para aceitar recolher as sobras de um amor desgastado  e assim tentar mais uma vez.
O tempo não foi suficiente, ainda dói pensar em tuas mãos percorrendo as ruas de outros corpos, mas em meio a dor descobri que o meu erro foi me perder, sair fora de mim, não enxergar a obra prima de Deus que eu sou.
Confesso que as vezes me pego chorando, mas bem menos do que pensando em você.
Apesar de tudo, teus braços ainda são o lugar mais gostoso do mundo, não sei até quando(...) enquanto me permito assim viver !
Cristiane Vitarelli
Enviado por Cristiane Vitarelli em 14/09/2007
Código do texto: T652258
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Sobre a autora
Cristiane Vitarelli
Itu - São Paulo - Brasil, 39 anos
59 textos (2096 leituras)
(estatísticas atualizadas diariamente - última atualização em 21/08/17 05:45)
Cristiane Vitarelli