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São Paulo (dezembro de 2005)

Vidas, dialetos, sonhos diferentes. Tudo não é igual. Parece que me transportaram pra outro mundo, onde tudo é urgente, vertiginoso. Não consigo me encontrar!
Quando a saudade bate, até a tristeza de casa parece mais feliz do que a felicidade que se vê.
A nostalgia que baterá quando eu estiver de volta em casa, por não ter aproveitado esses momentos, bate agora também por não valorizar o suficiente os meus momentos rotineiros de casa.
Eu não sou do mundo! Sou da minha casa, da minha cidade, do meu estado, da minha família, de meus amigos, do meu amor.
Sou da tranqüilidade, da brisa leve, suave,
Do céu azul estrelado
Da noite enluarada
Do nascer e do pôr do sol
Eu não aprenderia viver na multidão, na correria.
Aqui tem seus encantos, é claro, mas  prefiro os meus.
Viajar sim,
Retornar sempre.

Virginia de Santana
Enviado por Virginia de Santana em 26/09/2007
Código do texto: T669541
Classificação de conteúdo: seguro

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Sobre a autora
Virginia de Santana
Anísio de Abreu - Piauí - Brasil, 35 anos
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Virginia de Santana