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A HUMANIDADE

Caros amigos: A humanidade julga-se desditosa, e, dizem, não sabem o porque.
As indagações são as mais variadas,e as respostas não as encontraram nunca, porque, elas, as respostas certas, indefinem-se nas sua próprias incompreensões
E desditosa, em ver de erguer a fronte e fitar as estrêlas onde-se enclausura o Sumo Ideal, o Bem imperecível,continua ela fixando as ruínas, as tempestades dos caminhos incertos, duvidosa das sua próprias descrenças.
Todos estão iludidos com esse destino de calcetas da dor e do onipotente. Para que tenha a humanidade, a posse de um tesouro que não é da terra?...Há possibilidade,meus amigos, de se engastar no lodo um fraguimento de Sol?...Já se encontrou na vaza uma jazida de diamantes?... Como então, almejar nas trevas o que só existe na luz?.
Concentremos todas as esperanças no que é do Céu, inextinguível, eterno, e não fique o homem à merce das decepções...
Todos tem um alvo a atingir... a redenção, o aperfeiçoamento de suas almas e a todos os momentos devem esforçar-se para alcançar esse alvo , abeçoando, assim, as vicissitudes saneadoras, libando a taça das expiações acrisolantes com a resignação, a fé, melhorando as suas condições de galés e peregrinos,conquistando com a bondade e com o Amor a Liberdade perene, fazendo jus à ventura sonhada com tanto afã pelos seus Espiritos.
Siga a humanidade o modelô que o próprio Sempiterno consedeu há muitos séculos. No entanto não quer a humanidade enxergar e quer ela ser o inverso.

Jaubert
Enviado por Jaubert em 28/09/2007
Código do texto: T671791
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Sobre o autor
Jaubert
São Paulo - São Paulo - Brasil, 60 anos
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