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O PREÇO DA LIBERDADE

Brasileirinho era um cão, amado por todos. Seus donos lhe davam todo o conforto, pois eram pessoas de boa posse.
Brasileirinho, embora tivesse naquela casa toda a comida, banho, tosa, sempre pensava: - por que não posso ser como meu parente lobo? Este tem plena liberdade de passear pela floresta; correr no prado. Eu, aqui, quando meu amo me leva a passear, coloca em meu pescoço esta maldita corrente. Quando faço qualquer menção de correr, para melhor usufruir esse momento de aparente liberdade, ele freia-me, quase me sufocando.
Certa vez, meu dono descuidou-se, deixando o portão aberto. Fugi, pois não suportava mais aquela prisão.
Corri até a floresta, onde, juntamente com meus parentes, pude gozar daquilo que mais desejava: a liberdade. Vi como é agradável respirar o ar puro da campina; banhar-se nas cascatas;  alimentar-se daquilo que a natureza oferece.
Percebi, então, como a liberdade é necessária para que a gente possa entender melhor o sentido da vida.
Raimundo de Assis Holanda Holanda
Enviado por Raimundo de Assis Holanda Holanda em 29/09/2007
Código do texto: T674092
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Sobre o autor
Raimundo de Assis Holanda Holanda
Fortaleza - Ceará - Brasil, 74 anos
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