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Pergunte ao meu travesseiro!!!

Como as coisas acontecem em nossas vidas de forma estranha, tudo vem e vai sem pedir licença, permissão simplesmente acontecem.
Falo isso porque em minha vida às coisas aconteceram assim, elas causam alegrias e dores profundas algumas que chegam a dar medo, medo de tudo, de viver como essa dor para sempre é insuportável e para ser sincero o me confidente neste momento é o “cheiroso” meu travesseiro ele sim sabe das coisas.
Nestes últimos dias ele tem colhido muitas lagrimas, lagrima de dor, dor de coração, coração doente, onde a cura dizem que só o tempo tem.
Tenho derramado tantas lagrimas sobre ele que penso que se fosse um ser animado já teria me dado um “Esc” também, mas não ele tem suportado tudo junto comigo, escuta as minhas orações, minhas rezas e acredito que até reze comigo.
Um amor perdido, um projeto acabado, tudo encerrado, como é horrível a dor da perda, do amor em que tudo que somos pensamos e acreditamos desaparece, percebo como tudo está vazio agora, está sem graça, está sem gosto e sem sal que da o peso nas coisas.
 A tristeza é horrível o não se sentir amado é o inferno que vivo hoje, meu Ades, Sheol, enfim minha sepultura, não sei até quando me sentirei morto dentro do meu próprio corpo e sei que preciso de uma ressurreição.
Tudo que tinha me foi tirado, arrancado de mim, não sei explicar se tudo na vida é assim, mas existem coisas que vem e que vão. Ah se eu pudesse mudar isso não me permitiria sofrer mais.
Neste momento de dor só meu travesseiro sabe o que tenho pedido ao universo através das lagrimas rezas e orações, tenho a idéia de ter em mim um amor sem barganhas “incondicional” e desse quero dividir com todos. Necessito-me sentir vivo e sei que somente este amor me trará a vida de volta, um amor onde não existem exigências, somente ele simplesmente em seu estado absoluto.
O vinculo da beleza pura em sua essência e sabedoria o Amor sem créditos e sem débitos!
Com lagrimas,

Fábio Beltrame
Beltrame
Enviado por Beltrame em 09/10/2007
Código do texto: T686953
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Sobre o autor
Beltrame
São Paulo - São Paulo - Brasil, 41 anos
46 textos (11111 leituras)
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