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Seria longo demais se pudéssemos trazer-vos uma síntese do que acontece nos dias  de hoje. Com bastante intensidade, cada um observa como vão acentuando as dificuldades coletivas.
Às vezes contemplamos seres humanos que nos comovem até ás lagrimas, completamente deformados. E nós somos também humanos e buscamos sempre uma interrogação: Que fez essa criatura para tal merecimento? Não nos interessa saber. O que interessa é ver presente uma lei do Criador!
Cada um de nós constrói os nossos castelos de esperança e, às vezes ele se esvoa. Não devemos nos iludir. É preciso caminhar. Cuidar sempre de nossas esperanças, pedindo ao Criador para que possamos vencer as ofensas e acreditar no futuro de nossas boas ações. Temos que adquirir sentimentos reais de bondade, fraternidade, e despojamos de outros que corroi a nossa moral, como  a cólera, a vingança, o egoísmo e a vaidade. Quantas vezes talvez até inconscientemente, a inveja tenta as nossas mentes.
Vivemos em grupos afins, e sabemos também, que as energias que nós poderão amparar são afins á maneira de como cada um de nós procedemos na vida. A água não alimenta o fogo; o fogo é alimentado pelos combustíveis, e as imperfeições das criaturas  são extintas pelas labaredas do sofrimento.
Feitas estas comparações, vamos restringir à família, Não apenas a essa diminuta família de cada um de nós, mas a uma família mais ampla. Nas famílias de hoje, mina o desencontro. Os pais entregam-se, de forma bem acentuada, em apreciar o conforto da civilização. Esquecem os filhos que, por sua vez, vão aumentando a distancia entre eles e os pais, vem a desarmonia, vem o caminhar dos jovens por estradas sombrias, isso porque não existe, e nem praticam o amor entre si, não se cumpre a promessa que foi feita antes do nascimento, que caminhariam unidos, com amor uns aos outros, recebendo forças e energias num reajuste imprescindível, para que a evolução se fizesse e, desta forma, se conseguisse o reajuste do grupo familiar que concordarão  que estão cada vez mais fragilizado.
Se os obstáculos do caminho se formam, ás vezes difíceis, não devemos dar guarida á angústia, porque as labaredas dessa intranqüilidade queimam as nossas energias. Nós criaturas humanas somos ávidos de poder, ávidos de riqueza e, dessa forma, criam situações difíceis que conduzem as sociedades, ás vezes os povos que lhes cabem dirigir, para caminhos tortuosos que vão originando, mais dia menos dia, essas atrocidades! Coletivas que entristecem nos, á cada dia que passa.
Nesta grande família cabe-nos a educação incrementar sentimentos nobres entre aqueles que nos cercam, e convivem dia a dia conosco.
Todos nós vivemos envolvidos por vibrações que são afins aquelas que, ás vezes, inadvertidamente, irradiamos nos momentos de invigilãncia.
Não alongaremos mais, porque teríamos que ir bem distante, apontando para todos o que está acontecendo no mundo, onde sociedades estão-se destruindo; onde irmãos querreiam há milênios, e onde doenças oriundas de desregramento estão provocando o extermínio de sociedades que ainda nem conseguiram crescer.
É preciso realizar agora e não sabemos se teremos o amanhã. A vida é curta. Vamos viver os nossos dias, viver os nossos minutos, distribuindo o Amor, porque assim nos ensinou o Meigo e Doce  Jesus!.

Jaubert
Enviado por Jaubert em 20/10/2007
Código do texto: T701954
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Sobre o autor
Jaubert
São Paulo - São Paulo - Brasil, 61 anos
158 textos (6034 leituras)
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