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A diferença entre postes e chicletes.

Não sei, em que mundo eu tenho estado nesses últimos dias, mas só sei que eu preciso voltar para meu lugar.
Esse tipo de sentimento não dá certo comigo, esse tipo de sentimento não é aquele que aflorece dentro de você.Os meus medos são os mais infantis, as minhas manias são as mesmas.
A minha vida é como um poste que sempre está aceso esperando tu passar, e apenas lhe iluminar, uma iluminação tão inútil que tu mal é capaz de perceber.E é triste, é triste viver como postes, que apenas pensam no agora, que não pensam no amanhã, e nem no ontem, porque ai, o amanhã e o ontem acaba se tornando só pensamentos em ti.
E eu não quero pensar só nisso, eu não quero me envolver e deixar levar, já dei tempo ao tempo, e preciso respirar estando certa que não preciso da tua presença para que isso aconteça.Todos os postes um dia pifa, o único problema é que eu pifo quase todos os dias.
Eu estava ali pronta para ajuda-la para o que der e vinher, e tu, me jogou fora, tu me cuspiu como se eu fosse um chiclete mal mastigado. E chicletes uma vez mastigados não voltam a serem os mesmos, e nem tem se quer uma últilidade a não ser, serem mais pisados do que já estão.
Andréia Cruz
Enviado por Andréia Cruz em 24/10/2007
Reeditado em 24/10/2007
Código do texto: T707318
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Sobre a autora
Andréia Cruz
Niterói - Rio de Janeiro - Brasil, 24 anos
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Andréia Cruz