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"DA PROCLAMAÇÃO DA REPÚBLICA". ESTADO DEMOCRÁTICO DE DIREITO?" Com o soneto: "DAS FAVAS"

Esta é uma Mensagem Comemorativa; pretende ser Preventiva Aos "Morcegos Elegíveis", e, consuma-se em uma Crônica Política e o Soneto "Das Favas".


Assim,
comemoramos, no dia de hoje, a data comemorativa à “Proclamação da Republica”, transformação política feita com vistas à transformação social, comandada, no 15 de novembro de 1989, pelo Marechal Deodoro da Fonseca, "em nome do povo, para o povo, pelo povo".
Evento social, político e militar realizado com o objetivo de acabar com privilégios de uma minoria que comandava o Estado Brasileiro, e, objetivando oportunizar ao povo eleger seus governantes, de lá para cá, temos visto, ao longo da historia brasileira, nesta vivenciado, nesta forma de governo, um quase constante misto de períodos, ora com maior liberdade política, ora  de cerceamento da liberdade individual, do cidadão nesta torrão divino.
Quando a pátria viveu e vive, seus períodos de oportunidade, dada ao povo, para participar da escolha de seus governantes, às chamadas “campanhas eleitorais”, na realidade,  tem sido invariavelmente  manipuladas pela Poder Econômico. Na realidade, o povo, que povo, tem sido "levado" no tempo, "embrulhado", com a ilusória impressão de que vivemos plenamente a República Federativa do Brasil, um Estado Democrático de Direito.
Assim sendo, e, diante da sutil manipulação do política pelo  Donos do Poder, não visualizada pela maioria, cabe-nos  a pergunta: onde está a real e efetiva participação popular na escolha dos governantes, em meu amado país, senhores, neste sistema? E mais: quando o parágrafo único, do art. 1º da Constituição Federal, informa que “todo o poder emana do povo, que  o exerce por meio de representantes eleitos ou diretamente”..., levamo-nos a questionar: quem é o "povo"?
Eis que, não é mais admissível que este mesmo povo, na essëncia da palavra, VIVA, TRABALHE E MORRA MAIS CEDO, ESTENUADO NO TRABALHO, PARA ALIMENTAR UM "LEÃO VORAZ E UMA MINORIA DE ABASTADOS, OS QUAIS, A NÃO SER RARAS EXCEPÇÕES ABENÇOADISSIMAS, NÃO PASSAM DE EGOÍSTAS E ALIMENTADORES DO SISTEMA VIGENTE: OPRESSOR PARA COM OS POBRES, PARA COM A CLASSE MÉDIA, PARA COM OUTROS SEGMENTOS SOCIAIS.
Por outro lado, feita a República, oportunizou-se, ao menos em tese, a que todo o cidadão, capaz de exercitar plenamente seus direitos políticos, participasse das eleições, ora na condição de votante, ora como candidato ao voto, nos cargo elegíveis aos Poderes Legislativo e Executivos, nos trës níveis da Federação.
No entanto,  no auge das campanhas eleitorais, o que se verifica é “o trovejar dos “palavrões, é o “chover” de promessas aceitáveis pelo cidadão mais simples, no entanto, inadmissível à pequena camada que tem o privilégio de livre-pensar. Neste sentido, observa-se, das mil promessas eleitorais geradas que caem sobre a massa, verborréia seja dita com vistas à inconfessa satisfação dos interesses dos que têm o povo como massa de manobra necessária, ao final, pós eleitos, e, no exercício do mandato, caem todas como às  folhas secas são levadas ao vento em todos os outonos, desde que o mundo é mundo; “da cartola eleitoral, da  varinha de condão, esperanças mágicas multiplicadas na mão”, verdadeiro “rosário do eu posso, eu faço...” transformam-se, em geral, em mera ilusáo, em frustração.
__ Lembram do “Barbudo”?!
Disto, fruto da insconsciência da responsabilidade moral, cultural, ética e política dos Maquiavéis  de hoje”, o mesmo cidadão simples, o crente povão,  acaba sendo levado ao desespero pela não solução de políticas públicas que deveriam priorizar às chamadas demandas sociais primevas: pão, saúde, casa, transporte, escola, segurança, mesmo a diversão, desembocando na não realização das inatas potencialidades humanas ao pleno desenvolvimento espiritual, conforme pugna a Declaração Universal dos Direitos do Homem.
Desta forma, tendo verdadeiramente  assinado “um  cheque em branco em favor de seu escolhido”, para ser descontado no futuro, em fé e esperança de dias melhores, o que acontece? Em geral o escolhido põe este, e outros cheques no bolso, e, como popularmene se diz: __ “adeus amor”; “tudo morre na praia”; nada muda, e, o status social permanece: __tudo “como dantes, no quartel d’Abrantes”.
Finalmente, já que nos encaminhamos, para o próximo ano, para mais um período eleitoral, e, algumas costuras políticas já estão sendo feitas e muitas promessas estão já na mídia saindo “quentinhas “do forno endiabrado de alguns que se bastam somente em palavras”, eu aqui, na modéstia do meu livre-pensar, sentir verdadeiro, em nome da justiça, , do necessário desenvolvimento do homem e do Estado, neste Aqui, Agora, nesta terra, desde sempre, abençoada por Deus, mas vilipendia pelos homens, peço uma reflexão, em benefício do Todo em cada um. E, com certo condimento ardoso, faço minha “homenagem” a estes políticos que perdem a memória das promessas feitas em campanha, logo após sentados nos gabinetes burocráticos do, parece, “pode-se tudo”!
E assim, apresento aos mesmos, neste espaço, nesta hora grave, a poesia abaixo, relembrando que, neste mundo de Deus, quer alguns ou muitos acreditem ou não no Divino, e, em suas leis imutáveis, é importante repetir, na esperança de “que água mole em pedra dura, tanto bate até que fura”: neste Plano, no Cosmos, na eternidade, em se plantando, tudo dá.
Por sinal, em relação ao Brasil, a afirmação do parágrafo anterior sequer corresponde a novidade alguma. Sabido é que, já nos idos de 1500, logo após nosso descobrimento por Pedro Álvares Cabral, seu  famoso “escriba” Pero Vaz de Caminha, já a pronunciara, em sua primeira carta enviada à El Rey D. Manuel _ “O Venturoso”, em Portugal. E isto, Senhores, ocorreu a nada mais, nada menos,   há 505 anos. Por isto, “com a licença” “dos que têm língua solta” e andam “vendendo ilusões”, do tipo “escada rolante para os morros em favelas”, no Rio de Janeiro, espécies tais como, “acabar com a fome, fazer o Fome Zero, sem maiores planejamentos estruturais”, e outros, como dizia o ilustre gaúco Leonel de Moura Brizola: __”são farinha do mesmo saco”, faço um alerta aos que estão prontos para ouvir: __ todos aqui e agora, neste momento, estamos plantando para o futuro, desde sempre, no tempo, eternamente; a plantação é livre para todos, mas, a colheita é simples conseqüência da semeadura; é obrigatória. Nesta linha, não venham  dizer “estes fariseus”, estes incrédulos, estes iludidos que se acham enganadores alheios, “no choro e no ranger de dentes”  __fomos enganados. Na realidade, “quem sofrer uma decepção, com certeza, é porque alimentou uma grande e falsa idéia; criou, uma grande ilusão”. Estas últimas frases, meus irmãos-amigos, PELA LUZ, NA LUZ, EM LUZ, serve tanto para o eleito, como para o próprio eleitor. Eis que, em certo sentido, ambos são co-criadores: do eterno justo e perfeito, ou do efêmero, ilusão mascarada de verdade, mal fazejo e para breve ser desfeito. Frize-se, por outro lado, que o pai, de quem o do que, sempre  é responsável por sua criação, hoje e sempre: quer admita,  Aqui, Agora, ou NÃO.
Portanto, analisem com cuidado o que vão dizer; analisem com cuidado o que vão acreditar; analisem com cuidado em quem vão votar proximamente. Vejam, vejamos todos, o que, vamos CRIAR.
Conseqüentemente,  lembremos todos:
__Tem muito político que “fez e aconteceu, e, no entanto, nada admite, diz, “tudo foi um engano”. Mas, meus concidadãos, como diz a expressão popular gaúcha:
__Em cachorro comedor de ovelha, só se matando dá!.
Conclui-se, nesta linha, é pleno dieito do eleitor, ELIMINAR DA VIDA POLÍTICA, PELO, NO VOTO E NA URNA, O SAFADO QUE LHE ENGANOU, E ACIMA DE TUDO, QUANDO ESTE MESMO INSISTE EM ALCUNHAR-SE “INOCENTE”: NÃO ESQUEÇA, CARO ELEITOR, O TEU VOTO, SOMADO AO DE MILHÕES QUE VENHAM A TER A FIRMEZA MENTAL E EMOCIONAL NECESSÁRIAS PARA MUDAR O STATUS QUO, À SITUAÇÃO VIGENTE, SERÁ CAPAZ DE, DIRECIONAR, PARA À ASCENSÁO, O DESENVOLVIMENTO NACIONAL.
Prezadas cidadãs: lembrem-se, sois a mãe inspiradora às idéias maravilhosas peitadas por vossos maridos, namorados, companheiros, amigos, irmãos-amigos. E deveis ter a coragem e a audácia de embalar o nascer do Brasil de Amanhã, Novo, Limpo, Terra Prometida  PARA A LUZ, na Era de Aquário, Pátria do Evangelho, por vossos SEMPRE AMADOS FILHOS, E, NETOS, POR TODOS; pela memória nacional em prol do Globo, em nobre e sacrifical exemplo, difícil, no entanto necessário, possível, e, urgente, futuro NA LUZ.
Prezados cidadãos, homens e mulheres:  analisem os seus possíveis candidatos; exijam no curriculum vitae dos mesmos, um posicionamento comportamental ético. Não esqueçam que meras palavras, tanto quanto às folhas de todos os outonos, o vento leva, para lá somente Deus sabe. Não caiam nesta surrada cantilena.
Pois, fora disto, Meus Irmãos, qual é a solução.?
Precisamos, como povo, evoluir e não esperarmos apenas do que vem da mente, da boca; mas necessitamos aprender, “para ontem”, a “pescarms quando estes “marketeiros” falam “da boca para fora”, ou vivenciam, em si, do que dizem. E, não creiam que temos as melhores leis do mundo, mal aplicadas. Se a lei, por si só, fosse prevenção contra e solução aos ilícitos, não haveriam violações das próprias leis. PRECISAMOS ENTENDER, DEFINITIVAMENTE, QUE NÃO BASTA A EXISTÊNCIA DA LEI NA SUA LETRA MORTA. É FUNDAMENTAL QUE ELA SEJA RESPEITADA EM SEU VÍVEDOR, TRANSFORMADOR, ESTADO DE  ESPÍRITO; BEM DITO, DA BOA LEI, DAQUELA QUE É JUSTA COM A MAIORIA POPULACIONAL, EM SEU SENTIDO. QUANTO AS DEMAIS, DEVEM SER MUDADAS. E O POVO, REALMENTE, SE FIRME, FORTE, UNIDO, NÃO HÁ COMO CONTINUAR, SENDO VENCIDO; JAMAIS, PODERÁ SER ENGANADO; SERÁ O SENHOR DO SEU DESTINO, PELO AMOR, PELO PODER E NA SABEDORIA DIVINA.
__Que Deus nos abençoe, na medida que priorizarmos Do Seu Mundo, mesmo aqui, agora...

__QUE ASSIM SEJA, QUE ASSIM SERÁ!

Finalmente, eis a poesia aos “homenageados” opressores do povo, enganadores inconscientes de Si Mesmos, criadores Do Próprio Carma, para  desmanche no tempo, com enormes dificuldades. Apresento, no aqui, agora, o soneto premontório da queda dos safados:



SONETO DAS FAVAS


 TALVEZ EU SEJA MESMO ANTIQUADO,
E CERTO O PROMETER PARA NÃO CUMPRIR:
__“A PROMESSA É FATO JÁ CONSUMADO?
FAÇA-SE, ENTÃO, O QUE MAIS SERVIR...”

TAL É, PARECE, NO MUNDO TRISTE FADO,
DE ANDAR O HOMEM AO HOMEM ILUDIR,
A PENSAR E CRER NO BEM ANTEGOSADO,
MANDANDO ÀS FAVAS O MELHOR SENTIR.

MAS NÃO CREIAM _ Ó “DEUSES” INCORRETOS!
VENCER A TURBA AIROSA MAS VAZIA.
PARA O ALÉM DO NADA EXISTE BENS SECRETOS.

PRÊMIO REAL SÓ HÁ DE VIR AO JUSTO,
NO FUTURO QUE ENFIM CHEGARÁ UM DIA,
PREGANDO AO VIL MERECIDO E SUSTO...

Porto Velho, 15 de novembro de 2005.

Nesta data, em rogativas ao Pai, com todo o meu amor, com todo o meu carinho, com todas as minhas forças, PELA LUZ, digo:

__Amando a Essência Divina Individualizada em você, em Cada Um de Vocês, Todos, meus Amigos, PELA LUZ, EM LUZ, NA LUZ, Aqui, Agora, Desde Sempre, Enquanto na Roda da Vida, e Além, Como Expansão Constante do Todo, na Vontade Maior, Eternamente, sugiro: continuemos, sempre com maior firmeza mental e emocional, trabalhando PELA EXPANSÃO DA LUZ, EM TODAS AS MENTES, EM TODOS OS CORAÇÕES, NESTE PLANO.

E recomendo, na livre e expontânea vontade de todos: que cada um de nós Seja Capaz de Doar, o que não lhe for útil, para o irmão próximo, pois isto, será uma benção renovadora, em prol de todos os necessitados.
Saibamos que, assim, estaremos semeando no Cosmos, sempre fértil, para o nosso próprio porvindouro, em Abundância Plena, necessitados que somos, todos, não só do Pão Físico, mas do Eterno: justo e perfeito.

Haja LUZ. Haja ÉTICA.

VITOR HUGO BITENCOURT DA SILVA

Sócio Fundador da Associação Rondoniense de Poesia – ACARP
Sócio efetivo e Comendador da Ordem da Confraria dos Poetas Brasil – OCPOETAS BRASIL
DOUTORANDO
Web Site: http://www.vhbbrasil.recantodasletras.com.br
E-mail: vhbbrasil@vhbbrasil.recantodasletras.com.br


Prof Vitor
Enviado por Prof Vitor em 15/11/2005
Reeditado em 17/11/2005
Código do texto: T71995
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Prof Vitor
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