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"Quebrando a lei da gravidade... - eu não faço isso e você?".

Hoje eu quero mudar o rumo, o tema, a classe; sei lá o quê!
Quero falar de droga...
Pronto! Oportuno, não é mesmo... - as palavras se formam em meu intelecto, eu desejo reprimi-las, mas não consigo; a pergunta inunda o ar com a sonoridade dos fonemas... - você é drogado?
Você, certamente, me responde que não.
Hipócrita... - por que me tentas?
Pois bem, se você não é, então é o modelo, o protótipo do bem, essas variáveis porque é o único, não é mesmo? Eu acredito! Talvez você, realmente, nunca tenha usado [ácido acetilsalicílico, paracetemol, hidróxido de alumínio ou as demais], talvez você jamais tenha entrado em uma drogaria; ou na drogaria não tem drogas?
Agora, eu diria que a vida é uma dualidade; [bem ou mal, certo ou errado, bom ou ruim, ótimo ou péssimo, possível ou impossível, luz ou trevas, sagreado ou profano; da mesma forma droga para a cura e droga para barato]... - você decide!
No décimo dia do mês de Nizã no contexto judaico, se preferir, de acordo com a cronologia do teólogo aemão Harold Hoesnher, três de abril do anno domini trinta e três, em conformidade com o Evangelho segundo Mateus, oferecem vinho com fel a maior personalidade da historicidade humana.
Ora, o fel nada mais nada menos é uma linguagem figurada e, hermeneutica e exegeticamente, se o fel é amargo, então, essa é uma linguagem alegórica para que se posa inferir a mirra no contexto que, como se sabe, era uma droga usada como anestésico pela medicina durante as operações... - Ele recusou! E você?
Bem, finalizado o preâmbulo, a introdução, falemos da escaramuça... - a escaramuça de um traficante não do século um, mas do século vinte e um aonde, voltando, estaremos em, apenas, um segundo com a velocidade do instrumento mais veloz que o homem conhece... - o pensamento.
Coisa de cinema? Nada! Coisa não representa nada! Por isso, substituo [coisa de cinema por cena de cinema].
Conta-se que um traficante pula do quarto andar de um prédio e foge, pasmemo-nos; sem se ferir. A polícia adentra ao seu apartamento e reduto do tráfico e encontra tabletes de maconha prensada, televisores, agendas, balanças de precisão e, talvez toda a parafernália exigível para o trabalho profano do tráfico.
Não nos iludamos, o cidadão possui como qualquer um outro... - dois olhos, um nareiz, uma boca, dois ouvidos, dois braços, duas mãos, dez dedos, inclusive os dois polegares que, como se observa é o sustentáculos de todos os nossos movimentos com as mãos, duas pernas, dois pés, dez artelhos; vê, [não cheira], mas, tem olfato, come, ouve, abraça, pega, anda, pisa, joga futebol, mas, sobretudo, raciocina e, ao invés de permanecer no caminho estreito esolhe o caminho largo aonde tudo... - é fácil!
Tão fácil que, até em um salto magistral do quarto andar nada lhe acontece, mas o importante nessa cena tenho a certeza de que você não vê porque está, demasiadamente, distraído...
Eu diria que, entre o piso de um quarto andar e o solo terrestre não importa se acimentado ou não estima-se existir entre os dez e os doze metros e, nesse caso, voltemos o título para afirmar com as letras e com todos os fonemas, o cidadão quebrou a [Lei da gravidade], sim ou não?
Um conselho; não faça o mesmo... - é necessário ter um pacto; um pacto com o mal.
É isso aí!    
YOSEPH YOMSHYSHY
Enviado por YOSEPH YOMSHYSHY em 17/11/2007
Código do texto: T740626

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Sobre o autor
YOSEPH YOMSHYSHY
Arujá - São Paulo - Brasil, 74 anos
300 textos (24991 leituras)
16 e-livros (213 leituras)
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YOSEPH YOMSHYSHY