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Morte

Não fui eu o culpado por ela ter me pegado
Pois não recebi nenhum aviso, apenas a avistei ela na esquina me aguardando
Com o seu olhar negro.
Tentei fugir , mas ela traiçoeira como sempre, me pegou
Miserável! Ainda quebrei o seu colar de ouro, que ela roubou de sábio Salomão, quando também esse gozava dos seus amores.
Morte maldita nem deixou eu sonha os meus sonhos impossível.
Nem deu tempo para eu encontrar o amor dos meus sonhos que ainda vaga nesse mundo de ilusão,
Agora quem cuidará do meu amor?
Que chora a minha ausência esperando a minha volta?
Quem vai até ela como mensageiro para dizer que a morte me pegou em algum lugar do mundo?
Nem tive a oportunidade de me despedir das pessoas que amava,
Queria pelo menos ter entrado em meu MSN para dizer aos meus amigos virtuais, que seria a última vez e que a esperança de um abraço real seria em vão, mas que valeu apenas a nossa louca amizade afinal só queria ser feliz.
Porém, nem isso ela permitiu.
Porque chegou cedo para mim, acabando com tudo aquilo que eu construi em pouco tempo.
Maldita talvez eu ainda volte para buscar o meu amor
Mas eu sei que você vai sempre me pegar, mas nunca me vencer.
Eraldo costa
Enviado por Eraldo costa em 01/01/2006
Código do texto: T93091
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Sobre o autor
Eraldo costa
Garanhuns - Pernambuco - Brasil, 33 anos
30 textos (6189 leituras)
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Eraldo costa