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SEM RUMO.

Caminhando aflito, ofegante e sem rumo.
Que rumo seguir?
Uma pergunta que tocava os tímpanos, ensurdecedora.
Que rumo seguir?
Como racionalizar numa hora dessas?
Como os prós e os contras contabilizar?
Uns lhe agitavam as mãos, dizendo: sortudo!
Outros, diziam: vai ser flamenguista!
Da Mangueira, Da Beija-flor, outros emendavam.
Ele, atordoado, seguia sem rumo.
Que rumo dar, conciliar duas notícias.
Voltara das férias
E neste dia soubera
Ser papai e mais um desempregado.
jose antonio CALLEGARI
Enviado por jose antonio CALLEGARI em 06/01/2006
Código do texto: T95414
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Sobre o autor
jose antonio CALLEGARI
Niterói - Rio de Janeiro - Brasil, 53 anos
475 textos (25271 leituras)
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