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Então culpe o sol

Uma nova vida,
que nasce,
que cresce,
que morre.
Que ingrato é o Sol,
que brilha,
que ilumina,
que satisfaz o verde arbusto,
que satisfaz até aquela planta
com tantos espinhos,
que abraça as aves todas manhãs
com seu esplendor.
Que ingrato é o Sol
que com sua maravilhosa luz, guia os animais do campo.
Que ingrato é o Sol
Com aquele calor tão sublime
que aquece.
Que revela após a noite escura toda a beleza do mundo
Óh! ingrato Sol
que esconde
seu espetáculo ao vir
seu brilho
seu talento
sua graça
seu calor
seu espetáculo ao ir
Ah! sol
Faz notório o teu grande espetáculo a mais ínfima
das criaturas,
Mas não o faz ao homem
Que por não comtemplar todas manhãs teu lindo surgir,
Que por não comtemplar o teu ir,
Por não sentir teu calor,
Nem ver tua luz,
Morre cresce nasce
Nasce cresce morre,
Mas não comtempla teu brilho.
O homem e sua arrogância
E sua desmoralização
E sua devassidão
O pobre homem com suas desvirtudes
De nada tem culpa
A responsabilidade é unicamente do sol
Que nunca brilha
Que nunca nasce nas manhãs
Que não emite energia
Que não transmite calor
Que nunca se mostra
Ao homem.
Culpe o sol!
JASN
Enviado por JASN em 09/09/2006
Reeditado em 28/10/2006
Código do texto: T236469

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Sobre o autor
JASN
São Carlos - São Paulo - Brasil, 28 anos
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