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Orgulho de Ser professor

Como professor... sinto-me valorizado pela minha própria consciência e pelo respeito e amor que conquistei dos meus alunos.
Em sala de aula busco desenvolver um bom trabalho e uma prática ineludivelmente alicerçada nos valores humanos, cônscio de que o meu oficio pode mudar, e certamente muda, o destino de muitos jovens.
Fora da sala de aula exerço a cidadania participativa, exigindo dos políticos um maior compromisso com a educação, pois, sem ela, não existe desenvolvimento pleno. Apesar dos pesares – falta de visão e sensibilidade de muitos dos nossos pseudo-representantes -  cultivo no meu intimo uma grande alegria de ser professor.
A nossa força é maior do que qualquer exploração econômica e/ou subjugação política, podem cortar os nossos salários, mas jamais cortarão a nossa dignidade e o nosso desejo de mudança.  Enquanto eles pensam que pensam nós cantamos e  sempre cantaremos, enquanto eles propagam falsas verdades, nós lutamos e sempre lutaremos.  “Nunca mais o despotismo Regerá nossas ações Com tiranos não combinam Brasileiros corações”

Contexto Histórico:

O PT baiano e o fim da democracia

A Câmara de Vereadores de Lauro de Freitas bem como a Assembleia Legislativa da Bahia não tem oposição suficiente, dessa forma, a maior parte dos vereadores e deputados votam como “rebanhos” nas determinações do executivo. No séc XVIII,  Montesquieu deixou para a humanidade um grande legado, que foi a teoria dos três poderes. Segundo essa teoria os poderes são autônomos e cada um tem o dever de fiscalizar o outro.  Esse princípio fundamentou várias constituições republicanas, inclusive, a Brasileira. Contudo, a câmara de Vereadores de Lauro de Freitas e a Assembleia Legislativa da Bahia são instâncias controladas pelo PT Baiano, que recentemente transformou em leis projetos que vão acabar com a carreira do magistério. (Faço  uma ressalva apenas  a séria e ética postura da Deputada Luiza Maia , embora seja do PT, votou contra o seu partido, mas a favor do interesse social) Essas leis, aprovadas sem uma análise crítica e  sem o debate necessário com a população , são ilegais, pois, em síntese,  elas retiram dos professores conquistas históricas da categoria ( gratificações)  e incorporam  no vencimento básico. No final das contas, a categoria fica sem o aumento real preconizado pela lei federal.  Mas esse tipo de estratégia segundo o Dieese, o CNTE e o STF  fere a lei do piso, que é clara em afirmar em seu artigo 1° :  a regulamentação do piso para todos os profissionais do magistério público da educação básica e não apenas para os profissionais de formação em nível médio, e o artigo 6° aponta que o piso nacional estende-se para todos os profissionais do magistério que compõe a educação básica.  O PT baiano com essa  política educacional desvaloriza o magistério e, por conseguinte, contribui para a decadência da escola pública.

Tássio Revelat
Tássio Revelat
Enviado por Tássio Revelat em 30/04/2012
Código do texto: T3642105

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Sobre o autor
Tássio Revelat
Lauro de Freitas - Bahia - Brasil, 28 anos
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