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MENOR ABANDONADO, by Lúcio Reis - FILHOS DE NINGUÉM, by Sueli

Menor abandonado

Tendo a esquina como moradia
A janela do carro como a doceria
E a boa vontade do motorista como balcão
Isso é a criança abandonada no dia a dia
Já fomos solicitados a imaginar, como diz a canção
Um mundo sem fronteiras e de igualdade
Mas, nossa atenção ainda não se deu conta da situação
Vivemos muito mais para  a seleção
O menor abandonado se quizer, vá tentar ser campeão
No escrete canarinho ou então em qualquer timão
Seu problema não é nosso, o nosso é o egoismo
Sua questão não é minha e nem tua, é de simples votação
"A culpa é dele", por ter sido gerado num País só de ladrão

Lúcio Reis





FILHOS DE NINGUÉM
Sueli do Espírito Santo



Tão crianças ainda e já perdidas
sozinhas vão seguindo a esmo
perambulando na estrada da vida
ao léu contando consigo mesmo

sem pai, sem mãe, sem carinho
como se fossem filhos de ninguém
ou como aves sem nenhum ninho
nem sequer bons alimentos têm

Crianças sem nenhum brinquedo
que nunca foram a uma escola
nem sabem o que é um folguedo
sobrevivem de uma triste esmola

Vinde a mim todos os pequeninos
ensinou-nos o nosso senhor Jesus
pois que são puros seres divinos
e para muitos não há nenhuma luz...

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Sueli do Espirito Santo
Enviado por Sueli do Espirito Santo em 14/08/2006
Código do texto: T216100

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Sobre a autora
Sueli do Espirito Santo
Santo André - São Paulo - Brasil, 65 anos
1456 textos (234552 leituras)
1 e-livros (109 leituras)
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Sueli do Espirito Santo