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Lavrador/Ângela Duarte e Carlos Duarte

Rega com seu suor
e a força do coração
Garimpa o próprio pão

E sob o arder do sol
tal qual brasa em fim de tarde,

o corpo assim forjado
os joelhos calejados
como sua própria mão

de tanto pedir ajuda
o que o faz sem alarde
pra que Deus mande logo a chuva
e umedeça este chão
fazendo brotar a semente.
pra alimentar essa gente
.Em prol de sorrir o sertão.

A colheita é o seu salário.
Seu banco é o celeiro.
A lua.,seu calendário.
Violão, o companheiro.

Seus versos, ação de graça
pelo pão de cada dia.
Na voz cansada a raça
e o timbre da melodia.


angela duarte
Enviado por angela duarte em 28/11/2007
Reeditado em 28/11/2007
Código do texto: T756445
Classificação de conteúdo: seguro

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Sobre a autora
angela duarte
Itabira - Minas Gerais - Brasil, 64 anos
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angela duarte