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mancha do texto

Dou-me meia-hora para reler e contar cada texto antigo! Meia-hora, assim, como meia-hora: não é meia, nem é hora, é meia-hora. Seja o que for..., foi e é, passa a ser... o que for, o que é?
Escrever é também este jogo lúdico, lá... podia ser outra coisa? Haverá alguma coisa que não possa ser outra coisa? Talvez apenas a Verdade possa ser uma só coisa e, basta ver..., o que é a verdade?
Trabalhar a metafísica dum texto, será coisa certa? Talvez o possível seja a única coisa certa neste caso!
Eu não sou de escrever muito depressa, mas... tem dias! Isto soa-me a brincadeira, mas parece-me uma coisa séria e chata como a potassa!! Estar a escrever à pressa durante meia-hora?
O mais certo era fazer o que estou a fazer agora, dizer muita coisa sem dizer nada! Porque começar pelo texto mais lido? Esta é uma pergunta de fácil resposta, é uma ordenação que é dada e não custa nada. Ordenar do texto mais curto para o mais longo, só com muita paciência e zelo. Depois de decidir se é menor o que tem menos palavras ou o que teve no seu todo palavras mais pequenas, dando a "mancha do texto" mais pequena.

{Não deixe de ler "um estado de alma superior": o próximo texto, já estão ambos escritos...}
Francisco Coimbra
Enviado por Francisco Coimbra em 30/03/2006
Reeditado em 30/03/2006
Código do texto: T131131
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Sobre o autor
Francisco Coimbra
Portugal
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