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Olhos inocentes

Olhos que brincam...
Olhos que conservam a inocência do tempo, na dimensão da temporalidade. Olhos que não se deixam turvar, nem se permitem fechar. Olhos que, como pórticos, se abrem permitindo que a consciência penetre no inescrutável!
 Olhos que instigam, aguçam a vontade, estimulam os desejos, e propiciam as descobertas!
 Ah! As descobertas! E não seria a própria descoberta a mais autêntica forma de aprendizagem? O encantamento o melhor método para seduzir as mentes inocentes a deixarem fluir todo potencial que habita dentro delas?
E, não seria a alegria o combustível, a energia que está na base de toda criação? E mais ainda, ao encontrarmos olhos inocentes, sedentos por enxergar, por desvendar os mistérios que o cotidiano tece, descortinando razões implícitas na simplicidade do viver, não estaríamos presenciando genuína expressão de vida, em sua plenitude?!
Penso que os olhos são os brinquedos dos deuses, com os quais instrumentalizam a humanidade a evoluir! São janelinhas que possibilitam a alma enxergar a vida em sua expressão material.
Os olhos são focos de luz que espalham à sua volta a sensação de paz, que atrai outros olhares.


Priscila de Loureiro Coelho
Consultora de Desenvolvimento de Pessoas
Priscila de Loureiro Coelho
Enviado por Priscila de Loureiro Coelho em 13/05/2005
Código do texto: T16720
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Sobre a autora
Priscila de Loureiro Coelho
Jacareí - São Paulo - Brasil, 65 anos
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Priscila de Loureiro Coelho