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A Fantasia é a mãe da utopia

Cabe a alguns poucos felizardos realizar suas fantasias e as impor á humanidade. Cabe ‘a maioria viver calcada apenas em fenômenos mentais, inconscientes ou não.

Não existe fenômeno inatural, ou contra a natureza, de forma a que se justifique a proibição de qualquer ato individual que seja.

A natureza é pródiga de muitos exemplos, assassinatos, esquartejamentos e canibalismo entre os animais.

Portanto, todas as regras são sociais, socialmente impostas. O lícito, o válido, e o ilícito e inválido corresponde ‘a fantasia de alguém, ou de algum grupo, e é imposto ‘a sociedade, sob o argumento racionalizante de ideologia, de filosofia, de moral, de religião.

Os homens renunciam ‘a seus impulsos (estes sim naturais) e se amoldam ‘as regras sociais. Em troca ganham um papel social definido e tranqüilizador, em termos de sobrevivência. A vida torna-se rotina, um modelo de segurança e poucos riscos.

Crítica.
Tudo o que existe é necessário.
Tudo o que existe merece perecer.
Quando a segurança que a sociedade se compromete a manter falha, cai por terra toda a ideologia.
A tragédia, o drama, a comédia e até a poesia, provem de conflitos entre o social e o individual.



Jacques Levin
Enviado por Jacques Levin em 04/10/2006
Reeditado em 04/10/2006
Código do texto: T256014

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Sobre o autor
Jacques Levin
Vassouras - Rio de Janeiro - Brasil
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Jacques Levin