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OS LIMITES D'ALMA HUMANA.

Donde começam e onde terminam?

Não sou psicóloga, não sou filosofa, não sou médica, não freira... Não sou mais que gente, do tipo comum que normalmente não se faz perceber no meio de muitos. Contudo, me enterneço como, e com, os outros seres que expiam por aqui – na terra.

São todos os homens tão diferentes e tão iguais nos sentimentos que às vezes a aflição, ou a alegria do outro contagia de maneira tal que se age irrefletidamente. Tomando-se e se envolvendo de tal maneira no alheio como se fora próprio.
 
Não me envergonho de dizer que estou em dúvida se despertei a pouco para os problemas sociais do mundo ou se o caos está fugindo ao controle, eclodindo aqui e ali, fazendo-se notar por olhos leigos. Problemas que me fazem observar o comportamento das pessoas, que envolvidas ou não, em determinados assuntos, a priori, me parecem também bastante conturbado. Ademais tenho ouvido, lido e pesquisado a respeito de tantas síndromes que me detenho em minhas observações sem entender se às pessoas continuam sendo gente ou se está todo o mundo passando por uma metamorfose coletiva.

Daí minhas interrogações...

Cresci ouvido dos pais e professores sobre valores. Hoje me esforço para explicar a aplicabilidade e importância desses valores não só ao meu filho – tenho dois o mais velho com quase 18 e o caçula com 1ano e 8 meses, e, mim também.
Quem da minha faixa etária não ouviu dos pais que a verdade passaria em qualquer porta – tenho 41 anos. No entanto atualmente a verdade se dissimula e depende de comissões que a esconde de tal maneira levando a incautos a acreditar em mentiras como se essas fossem as mais puras verdades.

E sobre a compostura e moralidade?

Bons modos e respeito, a ou ao, só mesmo debaixo de vara – pois normas costumeiras essas com o decorrer ao invés de se fortalecerem, como outrora, hoje vão se dissipando o que para uns é justo e de direito diante das circunstancias a outros não passam de balela, e desse modo às muitas leis e sanções questionáveis.

Assim como, os valores acima a indulgência é valor em baixa.

Entretanto, ouço rotineiramente sobre estabelecimento de limites em todas às esferas, mas, o próprio homem que intimou ao outro às regras, às dilapida. Lamentavelmente observo que não somente eu mais grande parte do orbe se encontra interrogativo.

Imperativamente quero salientar para compreensão mais ampla entenda se entenda a alma humana como o conjunto de capacidades psíquicas e materiais que motivam o ser humano às suas atitudes e que por ele são levadas a efeito ou não.
Cláudia Célia Lima do Nascimento
Enviado por Cláudia Célia Lima do Nascimento em 03/11/2006
Reeditado em 03/11/2006
Código do texto: T281094

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Sobre a autora
Cláudia Célia Lima do Nascimento
Luziânia - Goiás - Brasil, 51 anos
476 textos (16060 leituras)
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Cláudia Célia Lima do Nascimento