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HISTÓRIA DA MÚSICA

História da Música

      A palavra música, vem do grego mousike = arte das musas - abrangendo a poesia, o canto, a dança, a declamação e a matemática.

      A necessidade de comunicação e defesa (batalhas etc)levou o homem a emitir sons ritmados. E esses sons foram evoluindo; os punhos e os pés foram sendo usados para bater no chão, no peito, com madeira, osso e pedra em outros objetos, chegando ao tambor.
Depois vieram os instrumentos de sopro e corda.
O canto veio aliar-se a estas manifestações que sempre tinham cunho religioso ou mágico.
Também serviam para a comunicação tribal, para a guerra, para avisos, para espantar animais, para evocar o auxílio das divindades ou afastar maus espíritos.

      No início, a música era monódica, (do grego monos = um e ode = canto) peça musical para uma só voz. Quando havia coro, os cantores o faziam em uníssono.

      Os egípcios, sumerianos e assírios utilizaram as harpas, liras, flautas, saltérios, cítaras, tambores, trumbetas, aulos e outros instrumentos em manifestações religiosas, com a finalidade de acompanharem o canto, enquanto os instrumentos eram tocados em oitavas.
     
      O Papa Gregório I, no século VI resolveu unificar os cânticos; reunindo-os em um livro e tornando-os oficiais. Os cantos gregorianos duraram mil anos.
      A pauta de 4 linhas foi criada pelo monge Hucbaldo (840 - 930). O beneditino italiano Guido D'Arezzo (995 - 1050) atribui nomes às notas musicais. Veio então o compasso, em decorrência da evolução natural da música religiosa e da profana, posteriormente dividida em popular e aristocrática. Aí vieram os trovadores, com predominância na França. Depois, em Espanha e Portugal, essa forma de cantar chegou ao seu apogeu com Martin Codax, que era galego.
      A polifonia (várias vozes em harmonia) surgiu entre o século XIV e XV e o bispo de Meaux Philippe de Vitry (1291 - 1361) pregava a união da música popular com a erudita. Seu principal seguidor foi Greillaume de Machaut.
      A polifonia teve seu apogeu no século XVI, durante o Renascimento que impõs a todas as artes o grandioso.
     
      Posteriormente veio a música barroca entre os anos 1600 e 1750.

      Após esse período o mundo conheceu verdadeiros gênios da música, a exemplo de Georg Friedrick Haendel (1685 - 1759); Franz Joseph Haydn (1732 - 1809); Johann Sebastian Back (1685 - 1750); Wolfgang Amadeus Mozart (1756 - 1791); Ludwvig Van Beethoven (1770 - 1827); Gioacchino Rossini - autor de grandes óperas (1792 - 1868); Frederic Chopin - música nacionalista romântica (1810 - 1849); Giuseppe Verdi - autor de óperas realistas dramáticas (1813 - 1901); Mussorgsky representante da música nacionalista russa (1839 - 1881); Claude Debussy - precursor do modernismo (1862 - 1918); Johnannes Brahms - romântico com influência do classicismo (1833 - 1897); Franz Shubert - romântico (1797 - 1828); Richard Strauss - a maior expressão da orquestra (1864 - 1949); Richard Wagner - o maior músico de ópera romântica alemã (1813 - 1883); Maurice Ravel (1875 - 1937); Jan Sibelius (1865 - 1957); Sergei Prokofiev (1891 - 1953); Igor Stravinsky (1882 - 1971); Olivier Messiaen (1908); André Joliaet (1905 - 1974); Karlheinz Stockhausen (1928); Carl Orff (1895 - 1982); Hans Werner Henze (1926); Aram Khatchaturian (1903 - 1978); Dimitri Shostakovitch (1906 - 1975); Manuel da Falla (1876 - 1946); Joaquim Turina (1882 - 1949); Joaquim Rodrigo (1902); Gustav Holst (1874 - 1934); Banjamin Britten (1913).
Ricardo De Benedictis
Enviado por Ricardo De Benedictis em 09/08/2005
Reeditado em 30/09/2005
Código do texto: T41565

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Sobre o autor
Ricardo De Benedictis
Vitória da Conquista - Bahia - Brasil, 77 anos
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Ricardo De Benedictis