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Meus sem Títulos III

Se o olho brilha,
quando o sol reflete,
nada mais preciso,
que este olhar fervente,
para tirar do frio,
a dor e a solidão.
Se este brilho justo,
cobre todo mar,
cobre toda a terra,
e corta todo ar,
que ele seja posto,
sobre todo olho,
fazendo justiça,
a quem quer olhar,
além dos seus olhos,
quando ver o mar,
quando ver o céu,
quando respirar...
 
...
Escrever,
é tocar no crivo,
que me traz o interno,
justamente, aonde eu preciso:
Acima de mim...
E nesta posição,
só quem pode me pisar,
em primeiro lugar,
sou eu mesma!

...


Disseram:
Separe o joio do trigo,
e algo sobre o porco,
e quem come farelo...
Talvez tenham dito:
Que o porco,
que não separou o joio,
comeu tanto farelo de trigo,
que depois disso,
morreu. Será isso?
Day Moraes
Enviado por Day Moraes em 10/10/2005
Código do texto: T58342
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Sobre a autora
Day Moraes
Angra dos Reis - Rio de Janeiro - Brasil
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Day Moraes