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O DESLOCAMENTO DO INCONSCIENTE


“A substituição de um significante por outro,
na base de uma relação de similitude, constitui a metáfora.”
Jacques Lacan


Um corpo é o que nós somos. Nada mais.
Quando nos ensinam a olharmo-nos no espelho é para que tenhamos noção de uma unidade onde reina na aparência (ou seja, no rosto) o aspecto que pode enunciar a diferença étnica-cultural, e não o corpo e sua tenacidade, estes também, mas não como critério. No mundo externo é tudo sob comando da consciência, o corpo é subordinado até que ele “reaja” contra esta servidão. Ou seja, renuncia o espelho. Estar livre para se sentir, apesar de isso só acontecer nos sonhos, na vigília, ou será que até ai a com menos freqüência, atividade da consciência?

A experiência de sempre nos ver sugere uma demonstração de servidão do corpo a esta consciência. Quem digita este texto por exemplo, e pensa antes de digitar, para digitar o que já está pensado e deixar que estes pensamentos se tornem verdades eternas, que poderão ser então vividas várias vezes, e assim somos capturados por este dilema : não somos o que pensamos, somos o que sonhamos ser, essa é a vitória da consciência, ela se antecipa ao corpo , carregando os impulsos de simbologias representadas externamente retidas na memória, projetadas para um amanhã , assim dominando e escravizando o corpo sempre num futuro distante.

Mas isso pode ser sua possível derrota, mesmo parecendo vitória, pois assim que ele se sente cansado de obedecer, a revolta pode ser fatal! Um corpo atingido de fora pela consciência pode se enrijecer e se auto-destruir como forma de finalizar sua dor, e isso é inconsciente! Quando nos enfeitamos , é a consciência nos enfeitando , enfeitando o corpo para produzir, sensualidade aos gestos deste corpo, (para que ele permaneça esquecido e não a consciência) aonde ela se diverte com os signos dependendo da ocasião, a um para cada termo, para cada relação com o outro, muitas vezes obstruindo o fluxo de acoplamento do corpo com a natureza (morar em edifícios, lugares muito urbanos), sexual e alimentar para dar mais tempo a seus brinquedos ( computadores , cargos , funções , carros e outras tantas ilusões) que de nada são úteis ao corpo naquilo que ele “realmente” precisa que é sua natureza.

Podemos escapar disso , quando olharmos ou até mesmo sonharmos acordados , como numa reflexão de si , algo como somente teu corpo se mexendo , andando e fazendo gestos – como num corpo dormindo - mas se acordado faz tudo muito parecido, os mesmos gestos, só que guiado pela consciência, que designa as atividades escravagistas a que o corpo é submetido quando sai do estado de inconsciência , ou seja ausência de freqüência máxima no sistema nervoso, na hora em que segundo estudos em neurologia ocorre a vigília, aquela alteração nos olhos freqüentemente , sem cessar, ali vive o inconsciente , que é o laboratório da consciência.

Por isso a máxima da filosofia de Nietzsche após a lucidez do eterno retorno, “Viva de forma que queiras viver mais uma vez, uma vez mais”, pois, sim é isso, assim coordenamos nossa consciência, consciente, para uma forma de viver , que produza mais vida, vivacidade deste corpo, unidade única da fábula do “eu”. Somos os mesmos animais ainda, mas nosso corpo foi que nos mudou e agora quase sem pêlos praticamos as mesmas coisas de outrora, mas que por possuir memória e reflexão, inventa maneiras diversas de divertir a consciência, (trabalho fabricação de ferramentas como o computador) enquanto ela não se torna inconsciência, neste estado pode ser fixado o signo e quanto mais a freqüência for igual , mais sólido ele fica , esta é a pedra angular da consciência e de cada estado consciente. Quando procuramos através desta consciência estabelecer por critérios conscientes, qual rumo tomar em nossas vidas (corpo), o preposto busca nas alternativas mais sólidas, pois, as que ainda não se formaram por completo não oferecem segurança ao sistema da consciência, ficando para ser refletidas dia a dia.


Tudo fora de nós é uma invenção da consciência, (a única coisa real é o comer, beber relações sexuais, ou seja, contato, acoplamento) para que ela possa sair da clausura do corpo, até por isso queremos tanto ir longe ao universo, para tentar transcender a consciência e eliminar o corpo, assim parece que inventamos a alma também. Mais leve em detrimento do corpo que é um peso a ser carregado. Eis o valor que damos a consciência, casa da neurose e de outras possíveis ilusões de caráter , personalidades seja o que quer que for é consciente apenas , mas é tudo corpo realmente!




P.S Quando me refiro a consciência, falo da constituição simbólica dos signos do cotidiano reunidos nesta semiótica que é a consciência.



"Replacement of a significant other,
on the basis of a similarity relationship, it is the metaphor. "
Jacques Lacan


A body is what we are. Nothing more.
When teach us to olharmo us in the mirror is so that we have the notion of a unit which reigns in appearance (ie the face) the aspect which may contain ethnic and cultural difference, not the body and tenacity, these too, but not as a criterion. The outside world is all under the command of consciousness, the body is subordinate to it "react" against this bondage. Ie waive the mirror. Be free to feel, although this only happen in dreams, in waking, or will there even the less frequently activity of consciousness?

The experience ever see us suggests a body bondage demonstration to this awareness. Who enter this text for example, and think before you type, to enter what is already thought out and let these thoughts become eternal truths, which can then be experienced several times, and we are well captured by this dilemma: we are not what we think we are what we dream to be, this is the victory of consciousness, she anticipates the body, carrying the symbols of pulses represented externally retained in memory, designed for tomorrow, so dominating and enslaving the body always in the distant future.

But this can be a possible defeat, even seeming victory, because as soon as he feels tired of obeying, the revolt can be fatal! A body reached out for consciousness can stiffen and self-destruction as a way to end your pain, and that's unconscious! When we decorate ourselves, is consciousness in decorating, decorating the body to produce sensuality to gestures of this body, (so that it remains forgotten and not consciousness) where she is amused by signs depending on the occasion, to one for each term, for each relationship with each other, often by blocking the body of the coupling flow with nature (live in buildings, very urban places), sexual and food to give more time to his toys (computers, offices, functions, cars and many other illusions) that nothing is useful to the body in what he "really" need that is their nature.

We can escape it when we look or even dreaming awake, as a reflection of themselves, something like only your body moving, walking and gesturing - as a sleeping body - but awake is all very similar, the same gestures, only guided by conscience, designating the slave activities in which the body undergoes as it leaves the state of unconsciousness, ie absence of maximum frequency in the nervous system, at the time according to studies in neurology is awake, that change frequently in the eye, unceasingly, there lives the unconscious, which is the laboratory of consciousness.

So the maximum of Nietzsche's philosophy after the lucidity of the eternal return, "Live so you wanna live again, again" because, yes it is, so we coordinate our consciousness, conscious, to a way of living, that produces more life, liveliness of this body, only the fable unit of "I". We are the same animals yet, but our body has that changed us and now almost hairless practice the same things of the past, but because it has memory and reflection, invents many ways to enjoy the consciousness (manufacturing work tools such as computer) while it does not become unconscious, this state can be fixed the sign and the more the frequency is equal, more solid it is, this is the cornerstone of consciousness and every conscious state. When we seek through this consciousness establish a conscious criteria, what direction to take in our lives (body), the Supervisor of searching the most solid alternatives, for those who have not formed completely unsafe to consciousness system, getting to be reflected day by day.


Everything outside of us is an invention of consciousness (the only real thing is eat, drink, sex, or contact Coupling) so she can leave the body of the enclosure, so we want to go far away to the universe, to try to transcend consciousness and eliminate the body, so it seems we invented the soul as well. Lighter body rather than a weight is being loaded. This is the value we place on awareness, home of neurosis and other possible character of illusions, personality is whatever is is barely conscious, but it's all body really!




PS When I refer to consciousness, I speak of the symbolic constitution of everyday signs gathered in this semiotic that is consciousness.




SHIFT EL INCONSCIENTE


"La sustitución de un otro significativo,
sobre la base de una relación de similitud, es la metáfora ".
Jacques Lacan


Un cuerpo es lo que somos. Nada mas.
Cuando nos enseñan a nosotros olharmo en el espejo es para que tengamos la idea de una unidad que reina en la apariencia (es decir, la cara) el aspecto que puede contener la diferencia étnica y cultural, no el cuerpo y la tenacidad, estos también, pero no como criterio. El mundo exterior es todo bajo el mando de la conciencia, el cuerpo está subordinado a él "reaccionar" contra esta esclavitud. Es decir, renunciar al espejo. Sé libre de sentir, aunque esto sólo sucede en los sueños, en la vigilia, o voluntad, hay incluso la actividad con menos frecuencia de la conciencia?

La experiencia de mi vida vernos sugiere una demostración servidumbre cuerpo a esta conciencia. Quién introduce este texto, por ejemplo, y pensar antes de escribir, para entrar en lo que ya está pensado y dejar que estos pensamientos se convierten en verdades eternas, que luego se pueden experimentar varias veces, y estamos bien capturado por este dilema: no somos lo creemos que somos lo que soñamos ser, esta es la victoria de la conciencia, ella anticipa el cuerpo, llevando los símbolos de impulsos representados retenido en la memoria externa, diseñado para mañana, por lo que hablaba y esclavizar el cuerpo siempre en un futuro lejano.

Pero esto puede ser una posible derrota, incluso la victoria aparente, porque tan pronto como se siente cansado de obedecer, la revuelta puede ser fatal! Un cuerpo se acercó a la conciencia puede endurecerse y autodestrucción como una forma de poner fin a su dolor, y eso es inconsciente! Cuando decoramos nosotros mismos, es la conciencia en la decoración, decoración del cuerpo para producir la sensualidad a los gestos de este cuerpo, (por lo que permanece en el olvido y no la conciencia), donde se divertía con señales dependiendo de la ocasión, a uno de cada término, para cada relación entre sí, a menudo mediante el bloqueo del cuerpo del flujo de acoplamiento con la naturaleza (en vivo en los edificios, lugares muy urbanos), sexual y alimentos para dar más tiempo a sus juguetes (computadoras, oficinas, funciones, coches y muchos otros ilusiones) que nada es útil para el cuerpo en lo que "realmente" necesita esa es su naturaleza.

Podemos escapar de ella cuando miramos o incluso soñar despierto, como un reflejo de sí mismos, algo así como solamente su cuerpo en movimiento, caminando y gestos - como un cuerpo dormido - pero despierto es todo muy similares, los mismos gestos, solamente guiada por la conciencia, la designación de las actividades de esclavos en la que el cuerpo sufre, ya que deja el estado de pérdida del conocimiento, es decir, ausencia de la frecuencia máxima en el sistema nervioso, en el momento de acuerdo a estudios en neurología está despierto, que el cambio frecuente en el ojo, sin cesar, allí vive el inconsciente, que es el laboratorio de la conciencia.

De modo que el máximo de la filosofía de Nietzsche después de la lucidez del eterno retorno, "Vive lo quieres vivir de nuevo, una vez más", porque, sí lo es, así que coordinar nuestra conciencia, consciente, a una manera de vivir, que produce más vida, la vivacidad de este cuerpo, sólo la unidad de la fábula del "yo". Somos los mismos animales todavía, pero nuestro cuerpo que nos ha cambiado y la práctica ya casi sin pelo las mismas cosas del pasado, sino porque tiene la memoria y la reflexión, inventa muchas maneras de disfrutar de los (las herramientas de trabajo de fabricación tales como la computadora) conciencia mientras que no se convierta en inconsciente, este estado se puede fijar el signo y la más la frecuencia es igual, más sólida que es, esta es la piedra angular de la conciencia y cada estado consciente. Cuando buscamos a través de esta conciencia de establecer un criterio de conciencia, ¿qué dirección tomar en nuestras vidas (el cuerpo), el Supervisor de buscar las alternativas más sólidas, para aquellos que no se han formado completamente inseguro sistema de la conciencia, llegando a ser reflejada día a día.


Todo fuera de nosotros es un invento de la conciencia (lo único real es comer, beber, el sexo, o póngase en contacto de acoplamiento) para que pueda salir del cuerpo de la caja, así que quiero ir lejos para el universo, para tratar de trascender la conciencia y eliminar el cuerpo, por lo que parece que inventamos el alma también. Cuerpo más ligero y no se carga un peso. Este es el valor que le damos a la conciencia, el hogar de la neurosis y de otro carácter posible de las ilusiones, la personalidad es lo que está es apenas consciente, pero es todo el cuerpo de verdad!




PS Cuando me refiero a la conciencia, hablo de la constitución simbólica de los signos cotidianos recogidos en esta semiótica que es la conciencia.




 
João Marcelo Pacheco
Enviado por João Marcelo Pacheco em 26/09/2007
Reeditado em 10/05/2015
Código do texto: T669757
Classificação de conteúdo: seguro

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Sobre o autor
João Marcelo Pacheco
Porto Alegre - Rio Grande do Sul - Brasil, 45 anos
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João Marcelo Pacheco