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Talvez o amor devesse ser mesmo assim

Talvez o amor devesse ser mesmo assim;
cara de pau, braços flexissíveis, mão que só acariciassem,
pernas moles de torpor, pés bem firmes no chão.
Nos rostos,olhos sempre brilhantes, lábios sempre a sorrir,
nariz sempre sentido o doce perfume, cabelos emdesalinho.
Cabeças recostadas, compartilhando pensamentos,sentimentos,
sempre olhando em frente,prevendo futuro brilhante.
Corpos rijos como madeira; não enferrujam, não envelhecem fácil;sugeitos a ser esculpido pelo amor,sempre firmes em todos os momentos.

Talvez o amor devesse ser mesmo assim;
como a  sábia árvore que mesmo quando vai servir ao homem
composta por mil facetas continua mostrando alegria sempre voltada a sorrir pro céu azul, pra chuva que cai, pra lua que brilha, pras estrelas que iluminam, pelo vento que acaricia, pelo mau humor do homem, pelo carinho de mãos abençoadas, pelo universo que conspira sempre a favor.
 
04/09/2004
 
Cassia Vicente
Enviado por Cassia Vicente em 09/12/2005
Código do texto: T83228

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Sobre a autora
Cassia Vicente
Jataí - Goiás - Brasil, 58 anos
943 textos (56864 leituras)
8 e-livros (762 leituras)
(estatísticas atualizadas diariamente - última atualização em 05/12/16 10:42)
Cassia Vicente