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de fio a pavio §s

Comecei a publicar, agora desfio… de fio a pavio:

[Ler "e-book" em:
http://www.recantodasletras.com.br/visualizar.php?idt=168580]

§1
Ler um livro deve ser como uma secreta paixão.
(preparação para ler o ebook "Francisco Coimbra" da Angela Lara)

§2
Já há dias que tenho conhecimento deste livro, só hoje começo a escrever sobre ele. Diria ser isto desejar, desejo ler o livro.

§3
Possivelmente lê-lo-ei hoje, duma só vez, como se navegasse. Navega-se («navegar é preciso, viver não é necessário»)...

§4
Desejo entrar na leitura do livro e perder-me/encontrar…

§5
Ler é como uma viajem, um mergulho... Há um tempo de leitura: há este Há, é como es_cre_ver...

§6
Há uma invenção per_manente na escrita, é a leitura. Na nossa vida, com a aprendizagem da Leitura/Escrita (o Yn/Yang do 69 - L/E.^.), há a invenção da leitura!

§7
Acordo, como qualquer coisa, sento-me no só cego da sala e descubro que ainda estou cheio de sono.

§8
Escrever tem este efeito de despertar, inspirar, ..., deixo-me estar.

§9
Vou fazendo parágrafos.

§10
Ainda não li o livro que vou ler!

§11
Nada alimenta mais a vida, a necessidade de... satisfazer as necessidades básicas.

§12
Escrever pode ser, torna-se… uma necessidade básica.

§13
Ler? Lemos com os olhos, com os dedos, o paladar, o aroma. Lemos também com a audição, para lá dos sons, além das palavras, a sua inflexão, intensidade, toda a expressão duma fala (a sua voz).

§14
Pois é!... Não é!?... Não é a mesma coisa ler um e-book ou um book…

§15
É um e-book que ando para ler, vou saboreando a iconografia da capa: um chapéu de homem, branco, leve, de Verão...

§16
Escrevo pensadamente, pausadamente, fecho os olhos. Não tarda regresso à cama. Abraço-a por trás, encosto o nariz à sua nuca. Encosto-me, naquilo que chamamos… o "colinho". E, mais que dar colo, recebo o aconchego: odor, calor, ternura e, possivelmente, um suspiro.

§17
Como é Sábado de manhã, o quarto está imerso no escuro, acho que vou agora "redormir"...

§18
Evocado o sono, torna-se mais poderoso: vou tentar sonhar com o vinho tinto aveludado, de aspecto "quente", dentro do copo transparente de pé alto, junto ao chapéu branco.

19§
Depois de ler o que o homenageado e co-autor do livro escreveu sobre o livro, fica a minha leitura com mais uma leitura...
Assim

20§
Se, à leitura do co-autor, juntar a leitura que acabo de ler de "Estar"…

21§
Hoje quero chegar ao quarteirão de parágrafos!

22§
Fazendo História:
1§ a 6§ em 09.06.06
7§ a 18§ em 10.06.06
19§ a 25§ em 16.06.06 (quando acabar o 22 e chegar ao 25§)

23§
Continuando a História..., em 10.06.06:
MEIA DÚZIA DE PARÁGRAFOS
+
UMA DÚZIA DEPOIS
+
SETE
=
UM QUARTEIRÃO... de parágrafos (uma "nota"?)

24§
Comecei por dizer que a leitura dum livro é uma secreta paixão, pode nunca acabar.

25§
A verdadeira leitura, é a única Lei que o Homem inventou, está guardada na razão e é o seu coração. Fim.
Assim
Francisco Coimbra
Enviado por Francisco Coimbra em 30/06/2006
Reeditado em 30/06/2006
Código do texto: T184928
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Sobre o autor
Francisco Coimbra
Portugal
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