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alma dilacerada

Às vezes me dá uma vontade tão grande de deixar cair a máscara e me mostrar frágil, sensível e medrosa...
Mas não posso. Sempre esperam de mim mais do que sou capaz de oferecer. E mesmo assim ofereço...
Esperam respostas... e mesmo sem tê-las, respondo.
Esperam que eu assuma comandos... e mesmo sem coragem, assumo.
Esperam a palavra que impulsiona... e mesmo emudecendo, impulsiono.
É preciso enfrentar o medo com um sorriso nos lábios e a alma dilacerada.
Afinal, quem vê minha alma? Essa só eu sinto.. só eu vejo...
Só eu sei...
Alice Daniel
Enviado por Alice Daniel em 11/06/2005
Reeditado em 21/08/2005
Código do texto: T23886

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Sobre a autora
Alice Daniel
Porto Alegre - Rio Grande do Sul - Brasil
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