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Amarras

As cordas que me prendem a ti,
não vêm da carne, apesar de trêmula,
não vem do sexo, apesar de pulsante,
não vem da tua virilidade, apesar de tesa
as cordas que me prendem a ti,
ligam nossas almas
através do amor...
Por isso, apesar de roídas não se rompem
por isso, apesar dos pesares
ainda entrelaçam nossas vidas
Silvana Cervantes
 
7/11/06
 
 
 
Silvana Cervantes
Enviado por Silvana Cervantes em 10/11/2006
Código do texto: T287154
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Sobre a autora
Silvana Cervantes
São Paulo - São Paulo - Brasil, 50 anos
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Silvana Cervantes