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oficina I

Eu disse adeus – como tantos – mas fiquei sozinho como poucos.

A televisão um saco contendo gatos – sem que saibamos diferenciar as respectivas raças.

Juventude um prato servido antes da hora.

Tudo muda – até o relógio.

Gíria – preguiça – tribo geral.

Horizonte – está lá.

Deus – na telha – no telhado – no sol – ensolarado.

Besta – não o veículo – a pessoa – fica só – se achando superior antes e depois da queda.

A chuva molha – óbvio – mas nem sempre toca.

Ser solidário nem sempre é doar um centavo

O filho chega – coloca os cadernos sobre a mesa – a mãe vem e lhe ajuda na construção da tarefa da vida.

Um não – pode ser um sim – em qualquer circunstância da vida. E um sim pode ser um não no mesmo diapasão.

Grite menos possível – quem grita quase sempre perde o certame.

Se estais alegre – compartilhe – se estais triste – viva este momento – inevitável para o crescimento.

Juras –apenas juras – cumprir – isto sim – tarefa difícil.

Críticas – apenas críticas – perguntando: quem deve fazê-las? Alguém com interesse na causa ou um frustrado que não é capaz de fazer nada.
atanazio mario fernandes Lameira
Enviado por atanazio mario fernandes Lameira em 24/09/2005
Reeditado em 30/09/2005
Código do texto: T53330
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Sobre o autor
atanazio mario fernandes Lameira
Laguna - Santa Catarina - Brasil
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atanazio mario fernandes Lameira