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Florbela Espanca


Que sortilégio de amor
timbrou o teu realejo
numa “Charneca em Flor”
lá nos confins do Alentejo?

Que fado de menestrel,
por Loucura ou Fanatismo,
abriu a porta do céu
pra te jogar no abismo?

Que vaticínio de lua,
no teu destino adverso,
revelou-te de alma nua
no alumbramento do verso?

Poetisa, pena rara...
cantar pra encantar o pranto
e morrer que nem cigarra
ferida do próprio canto.

Nasceste pra ser aquela
com o signo da rosa...
talvez, por isso, Florbela:
A flor da Vila Viçosa,
Vaine Darde
Enviado por Vaine Darde em 11/06/2006
Código do texto: T173296

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Sobre o autor
Vaine Darde
Capão da Canoa - Rio Grande do Sul - Brasil
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Vaine Darde