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Papel de Bandido

(adoro essa letra do Marceleza...
Por isso resolvi mecioná-la aqui como um gesto simplista para homenagear um dos mais marginais compositores deste País)


Papel de Bandido
Marcelo Nova

"Quando eu era um menino, em muitas brigas entrei
Algumas delas eu venci; então me sentia um rei
Hoje me chamam indecente, arrogante e traidor
Senhor, eu vou lhe confessar
E verdade que roubei mas sempre como Robin Hood
Outras vezes eu dei bobeira, mas fiz o melhor que pude
Inventei muitas história, outras tantas eu vivi.
Menti, mas nunca deserdei

Então me responda, onde foi que eu errei
Você sempre me acusa, porque ainda eu não sei

Engatinhando entre paredes, foi assim que eu cresci
Sempre esperando por alguém, que eu nunca conheci
Fiz papel de bandido em filmes de bang - bang
Mas sangue, não fui eu que derramei
Não temo o seu julgamento, nem algum castigo eterno
Sou sem sentido para o céu , sem interesse pro inferno
Sou contido, e sou intenso, sou querido e odiado
Nem culpado e nem tão inocente

Então me responda onde foi que eu errei
Você sempre me acusa, porque ainda eu não sei"
José Luís de Freitas
Enviado por José Luís de Freitas em 16/06/2006
Código do texto: T176845

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Sobre o autor
José Luís de Freitas
Diadema - São Paulo - Brasil, 32 anos
466 textos (177566 leituras)
28 áudios (28233 audições)
1 e-livros (111 leituras)
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