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II - POEMAS À ADRIANA.

Manoel Lúcio de Medeiros.

FICA A SEMENTE

II

Porém queremos ser fortes, pra resistir tanta dor,
O momento se aproxima, sentimos este calor!
O que plantaste na UVA, foi semente de primeira,
Sabemos que nascerão no pomar destas parreiras!


Quando se cultiva a terra, os calos ficam nas mãos,
Um vinho novo transborda, nos odres do coração!
Calos que são do trabalho, calos que são dos alunos,
São estigmas da alma, sementes que são fecundas,


Florescendo o espírito, enriquecendo teu corpo,
Cada aluno uma idéia, cada trabalho um escopo!
Serão marcas registradas, cravadas na tua cruz,


Como flor que desabrocha, te servirá como luz!
Processos cognitivos, experiências profundas,
O aprender é uma arte, que o intelecto inunda!


Direitos autorais reservados.


Malume
Enviado por Malume em 05/10/2006
Código do texto: T257126
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Sobre o autor
Malume
Fortaleza - Ceará - Brasil
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