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Olha e não se vê (Diego)

Na infância,
manhãs ensolaradas,
tardes nubladas,
noites solitárias.
Dias perdidos e desencontrados.
Perdas enormes!
Cicatrizes, também...
Menino triste, instrospectivo,
judiado, calado.
Na adolescência,
idealismo, sonhos e mágoas.
Hoje, menino / homem,
perdido em seu desamor.
Auto-estima em baixa,
adjetivando-se negativamente,
olhando-se no espelho sem se ver.
Solte as amarras!
Quebre a casca!
Esqueça as marcas!
(cicatrizes fazem parte)
Mergulhe de cabeça!
Aposente a lagarta,
Permita-se voar...
Abra os olhos,
acrescente cor em sua vida,
Transforme o seu viver!
Essa metamorfose só cabe a você...
Faça diferente! Ouse!
Aposente o verbo sofrer.
Fernanda Maria
Enviado por Fernanda Maria em 30/10/2006
Reeditado em 09/11/2006
Código do texto: T277741
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Sobre a autora
Fernanda Maria
São Paulo - São Paulo - Brasil, 54 anos
92 textos (6748 leituras)
(estatísticas atualizadas diariamente - última atualização em 09/12/16 17:28)
Fernanda Maria