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VIDA, MINHA VIDA

                                                                                    Janjão

O tempo torna-se fundamental
Não se pode agir com precipitação
Tudo deve ser calculado e pensado
Milimetricamente
As atenções e cuidados são redobrados
A duração da existência é necessária
A rotina de todos os anos, hoje é passado
O mundo as vezes parece que desaba
Sobre as consciências
Os novos cenários não comuns, refletem
Solidão e medo
Tudo ocorre como um revival
E soa como despedida da dimensão terrena
O corpo nem sempre reage, ao desenvolvimento
Cerebral
Compromissos e responsabilidades não podem
Deixar de serem realizados
A vida apesar do inesperado
Tem que continuar
A busca de força e coragem
É incessante, mesmo que não reste muito
A resistir
O conceito de valor já não é o convencional
Muda de cor e tamanho
Parece aos olhos íntimos que aos semelhantes
Incomoda a nova condição
O Homem descobriu o quase inimaginável
E fica impotente ante os mistérios do Criador
Mas a certeza em continuar
Revigora o anseio de dias melhores
Aos meninos e meninas que descendem
Do ventre materno, todo o sacrifício é pouco
Ou quase pouco
Como guerreira do apocalipse, salta para atingir
O paraíso, dando um basta na desilusão e no conformismo
Como anjo celestial, protege os seus, dos descaminhos
Do mundo
E assim nasce a cada momento, ao acreditar
Na superação do que parece impossível.



dialetico
Enviado por dialetico em 17/10/2007
Código do texto: T697710
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Sobre o autor
dialetico
Limeira - São Paulo - Brasil, 55 anos
179 textos (9908 leituras)
8 áudios (326 audições)
(estatísticas atualizadas diariamente - última atualização em 21/08/17 06:08)
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