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LANCES DA COPA DE DOIS MIL ERREI

LANCES INICIAIS DA COPA DE DOIS MIL ERREI
(Autor: Antonio Brás Constante)

Caro leitor, este texto não foi escrito com um olhar técnico, não foi embasado com uma visão crítica, nem foi fundamentado nos princípios do futebol, porém foi criado com base no bom humor. Segue abaixo uma “avaliação” sobre alguns jogos desta primeira fase.

A disputa da copa começou com a Alemanha (dona da casa), demonstrando que sua generosidade não se restringe apenas em servir uma recepção calorosa aos seus convidados, mas principalmente em servir gols dentro das goleiras adversárias, como no caso da Costa Rica. Não se pode dizer que a Holanda jogou de salto alto, mas apesar da vitória, percebeu-se que seus sapatos de madeira atrapalharam bastante. Portugal conseguiu a proeza de marcar um gol nos cinco minutos iniciais do primeiro tempo. Porém, no segundo tempo os times trocaram de lado no campo. Este fato acabou confundindo os “gajos”, que não souberam mais para que lado chutar, terminando o jogo com aquele placar.

México X Irã: O início da partida foi complicado para o México, pois os jogadores adversários estavam de uniforme vermelho, fazendo com que os mexicanos achassem que se tratava de um time de clones do Chapolin Colorado (herói nacional deles). Mas sem querer querendo, fizeram o primeiro gol e com isto ficaram rebeldes, conquistando a vitória. O Irã (que poderia ser considerado meio “explosivo”, dadas as suas origens), tentou matar as jogadas do México (são extremamente hábeis nesta tática). Soltaram várias bombas contra a goleira do outro time, todas sem sucesso. Suas jogadas foram frustradas de tal forma, que no final da partida, até os seus tiros de meta pareciam ser de festim.

Japão X Austrália: O Japão, que incrivelmente consegue jogar de olhinhos fechados, acreditou (ao final do primeiro tempo) que estava com a vitória garantida e cresceu o olho com esta possibilidade. Este fato acabou causando a abertura de suas pálpebras, deixando-os indefesos frente ao ataque da Austrália, que tirou proveito dessa situação e saltou na frente do placar (tática aprendida com os cangurus), vencendo o jogo.

Quanto à Argentina, mesmo com cento e oitenta milhões de pessoas torcendo contra eles (isto contando só o Brasil), conseguiu ganhar a partida. Mostrando que esta história de que os elefantes (time da Costa do Marfim) não esquecem, não é totalmente verdade, já que eles esquecerem de fazer gols. Não posso esquecer de Trinidad e Tobago, que provou com sua garra que em copa do mundo não existem times fáceis, calando a boca de vários “entendidos” em futebol, que falavam em vitória da Suécia antes mesmo do início do jogo.

A disputa entre República Tcheca e EUA nos deu uma amostra do que espera pelo Brasil. Os jogadores Tchecos pareciam árvores, com a diferença de que eles eram mais altos que elas. Massacraram os americanos, do mesmo modo que estes massacram outros países em suas guerras pelo mundo. Como o forte dos EUA é o futebol americano, algumas vezes pareciam querer colocar a bola embaixo do braço e sair correndo em direção ao outro lado do campo, para enfim arremessa-la por cima da goleira. Na ultima partida deste dia 12, observou-se que a Itália jogou com mais gana que o time de Gana, ganhando a partida.

Como estou escrevendo antes do jogo do Brasil, fica minha torcida pela sua vitória contra a tal Croácia (cujo nome me lembra um “Croassant”). Onde a imagem desta iguaria não representa em meus pensamentos algo que possa causar muita preocupação à seleção brasileira. A não ser que o time do técnico Parreira entre em campo acreditando que seus adversários já estão vencidos. Pois como todo mundo sabe, alimentos vencidos e jogos por vencer já considerados vencidos, tendem a surpreender, e quem pode acabar passando mal é o próprio time brasileiro, com o sabor amargo de uma derrota.

(SITES: www.abrasc.pop.com.br e www.recantodasletras.com.br/autores/abrasc)

ATENÇÃO: Divulgue este texto para seus amigos. (Caso não tenha gostado do texto, divulgue-o então para seus inimigos).

Antonio Brás Constante
Enviado por Antonio Brás Constante em 12/06/2006
Reeditado em 12/06/2006
Código do texto: T174457
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Sobre o autor
Antonio Brás Constante
Canoas - Rio Grande do Sul - Brasil, 100 anos
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Antonio Brás Constante