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RUMO AS 8º NA COPA DE DOIS MIL ERREI

RUMO AS OITAVAS NA COPA DE DOIS MIL ERREI
(Autor: Antonio Brás Constante)

Antes que me perguntem “por que dois mil errei?”. Respondo que para milhares de torcedores o Brasil é considerado o maior, melhor, mais incrível e espetacular time da copa do mundo. Eles têm absoluta certeza de sua consagração como hexacampeão. Porém, pelas leis de murphy – lei primeira e única que diz: “tudo que pode dar errado, com certeza dará errado”. -, acreditar na vitória pode ser um erro, então prefiro pensar que tudo dará errado, garantindo que errando estarei certo e vice-versa (não se preocupe se não entendeu está introdução, pois sinceramente também não entendi).

Ao ver este último jogo do Brasil lembrei que Deus é brasileiro, e isto me fez encontrar uma explicação para a morte do humorista Bussunda. Pensem, se Deus é brasileiro e sabe tudo (motivo pelo qual sempre ganha em rifas e não é mais convidado para participar de amigos secretos), provavelmente já sabia de antemão que o Parreira iria escalar novamente o fenômeno, e num gesto desesperado tentou tirá-lo de ação, causando-lhe algo discreto como um enfarte. Já que as bolhas nos pés não surtiram o efeito desejado.

Infelizmente na hora que em Deus foi disparar seu poder, o Ronaldinho gaúcho começou a praticar suas acrobacias com a bola, fazendo todo mundo parar para assisti-lo, distraindo o Todo Poderoso que acabou acertando o pobre Bussunda, justamente por ser extremamente parecido fisicamente com o fenômeno e estar fantasiado como ele.

Ronaldo, apesar de jogar um pouco melhor, ainda parecia perdido em campo. Totalmente a deriva. Como aqueles sujeitos que entram em um barril e se atiram nas correntezas dos rios para descerem cachoeiras. Com a diferença que no caso do fenômeno era o barril que parecia estar dentro dele. O pior é que ele fica de tromba com as brincadeiras feitas sobre seu peso.

No caso do jogo do Brasil contra a Austrália, notou-se que apesar da pouca criatividade em campo (se ao menos tivessem feito a metade do que a Argentina fez já estaria bom), o time conseguiu passar uma rasteira no avanço dos cangurus, deixando-os como bumerangues em campo, correndo de um lado para o outro sem acertar em nada que pudesse garantir um gol.

O Brasil nos vinte minutos finais demonstrou nos pés de Robinho e Fred que é possível se jogar com talento e garra. Aliás, o jogador Fred fez jus ao nome e em cinco minutos de jogo apavorou o outro time com sua chegada na “hora” certa, causando “pesadelos” à defesa, que se viu indefesa frente ao seu chute certeiro.

Por fim, não vimos à mágica do tal quadrado. Ao contrário, percebemos uma espécie de quarteto fantástico no estádio, formado por um homem de pedra (gordura ou outro material pesado), um adversário invisível que não apareceu muito em jogo, um goleiro elástico que conseguia se esticar todo para defender os ataques, provando ser o senhor fantástico na defesa do gol, e uma torcida que se incendiou, tal qual uma tocha humana, diante da vitória de nossa seleção. Agora é torcer pelo Brasil rumo as oitavas e, se o camarada lá de cima for realmente brasileiro, quem sabe sonhar com o hexacampeonato.

(SITES: www.abrasc.pop.com.br e www.recantodasletras.com.br/autores/abrasc)

ATENÇÃO: Divulgue este texto para seus amigos. (Caso não tenha gostado do texto, divulgue-o então para seus inimigos).

P.S: Estou deixando no meu site (www.abrasc.pop.com.br) com exclusividade(para qualquer um ler) os "lances" da Copa de Dois Mil Errei (folder "Copa e taça") e no meu cantinho do recanto das letras:

(www.recantodasletras.com.br/autores/abrasc)
 
Comentários sobre tudo que você viu e não viu (pois estava comendo pipocas). Textos debochados e ironizados (com altas doses de bom veneno) feitos especialmente por total falta do que escrever. Aproveite para ler se quiser, e se não quiser vá procurar outro site para visitar.

Antonio Brás Constante
Enviado por Antonio Brás Constante em 19/06/2006
Reeditado em 19/06/2006
Código do texto: T178695
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Sobre o autor
Antonio Brás Constante
Canoas - Rio Grande do Sul - Brasil, 100 anos
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Antonio Brás Constante