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Sem óculos não dá!

Acordei com o telefone tocando. Espreguicei-me vagarosamente, tentando  convencer-me  a atendê-lo. Finalmente levantei, mas quando cheguei perto o telefone silenciou.

Acendi a luz, olhei no registro no identificador de chamadas - números embaralhados. Forcei a vista, mas ... nada. Tentei novamente... não consegui. Claro! Sem os óculos, nem pensar em distinguir  caracteres pequenos..

Vencendo a preguiça, fui até a sala, onde ficaram meus óculos, coloquei-os, voltei, lí o número ( com alguma dificuldade, mas consegui), e telefonei à minha amiga, em resposta.

Após o término da conversa, retirei os óculos e fui devolvê-los à mesa da sala, para voltar à cama. Pensei se não estaria na época de refazer o exame oftalmológico e trocar as lentes...

Qual não foi a minha surpresa ao constatar que meus óculos de grau continuavam na mesa.  Nas minhas mãos estavam os óculos escuros, que eu usara na tarde ensolarada do dia anterior...

Serelepe
Enviado por Serelepe em 18/10/2007
Reeditado em 18/10/2007
Código do texto: T700137

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Sobre a autora
Serelepe
Curitiba - Paraná - Brasil
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