CapaCadastroTextosÁudiosAutoresMuralEscrivaninhaAjuda



Texto

ÀS VEZES

Rua incerta, deserta, cinzenta,
No lento compasso das horas,
Só o meu sonho a decora.

Alma que se movimenta,
No deserto dessa estranha rua,
Avessa, errante, anelante, nua.

Comungamos o mesmo silêncio.

Essa rua sou eu; às vezes penso.


- - - - - - - - - - - - -

MINHA RUA

 Rua, rua, tão sozinha,
tu que antes eras minha...
o tempo levou-te embora.

 Quantas vezs à tardinha
eu pulei amarelinha,
sem me dar conta da hora.

 Em minha lembrança tu vives.

 Repleta de cores e matizes.

(HLuna)


- - - - - - - - - - -

A RUA DA INFÂNCIA....

Se esse rua fosse minha...
Ah! As saudades de infância
Quando eu era criança!...

Hoje eu ando sozinha
O tempo levou-te embora
No descompasso das horas...

Eu te guardo na lembrança...

Tua história é minha herança...

(ÂNGELA FARIA DE PAULA LIMA)






DELEY
Enviado por DELEY em 01/07/2012
Reeditado em 03/07/2012
Código do texto: T3754804

Esta obra está licenciada sob uma Licença Creative Commons. Você pode copiar, distribuir, exibir, executar, desde que seja dado crédito ao autor original. Você não pode fazer uso comercial desta obra. Você não pode criar obras derivadas.

Comentários

Sobre o autor
DELEY
Ribeirão das Neves/MG - Brasil, 47 anos
3641 textos (137113 leituras)
4 e-livros (1608 leituras)
(estatísticas atualizadas diariamente - última atualização em 25/05/13 01:57)

Como anunciar aqui?