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A INOCÊNCIA SABIA

Estava no meio do caminho e notou a baratinha levantar as antenas. Sem mais tempo para refletir a gata preta pôs a balançar tua calda, abaixou de leve a cabeça, e desse modo, com as pontinhas das patas seguiu em direção do inseto rastejante.

De imediato. Um grande salto e gravou certera a unha no vácuo de sua frustração ao ver a barata fugir pelo fresta inferior da porta, da qual acomodava o bichano num quarto.

Pedrinho um jovem, inquieto e também muito curioso. Sardento de olhos azuis clarinhos como o anil celestial, observara toda a cena e imaginava consigo mesmo porque a gatinha quis "bater na barata?".
Foi a pergunta que sua mãe Mariana ouviu.

A mãe não entendeu muito bem o questionamento do seu pequeno, mas imaginou do que se tratava e explicou que tudo aquilo não passava de um instinto primitivo que a gatinha herdara dos seus ancestrais caçadores.

Pedrinho retruca: "Ah tá mãe, agora sei porque você sempre bate no papai quando ele chega a noite tropeçando nas sextas-feiras aqui em casa".
José Luís de Freitas
Enviado por José Luís de Freitas em 21/07/2006
Reeditado em 21/12/2006
Código do texto: T199120

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Sobre o autor
José Luís de Freitas
Diadema - São Paulo - Brasil, 32 anos
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