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O REI E SUA FANTASIA DE SERPENTE DOURADA

No reino de amídalas,vivia um rei muito avarento
Que se chamava Petrônio;mas ficou conhecido,
Pelo apelido de pataca.
por gostar de colecionar moedas de ouro.
toda fortuna que possuía,ele transformava,
Em moedas,de ouro.
Com o tempo, sua fortuna foi aumentando
A ponto de não ter mais como guarda-la em
Segurança;e o rei como todo avarento não tinha,
Sosego,não confiava em ninguém,vivia todo tempo
Achando,que seria ou estava sendo roubado.
Um certo dia.
O seu mais fiel,amigo e conselheiro,ravinas .
Chamou-lhe em particular e disse-lhe.
Majestade! porque não mandas construir um cofre
Gigantesco, com uma área de depósito bem segura,       cujo segredo só tu saberás.
Desta forma,poderás viver e dormir tranqüilo pelo resto de sua vida e nem depois de morto, serás,
Roubado; Boa idéia? esclamou o rei.
Confiante e satisfeito,logo contratou engenheiros,
Para o projeto e colocou a maioria de seus escravos,
No trabalho forçado e sem descanso,ansioso para concluir a obra, não mediu esforços,
Nem riquezas e acabou perdendo muitas vidas,
Diminuindo consideravelmente, o numero,
De escravos Que lhe serviam.
Ao longo do tempo, o rei entre meio sua preocupação,
Com a sua avarenta fortuna e sua ociosidade costumeira, pensou! mas como ter segurança se todas,
Estas pessoas que estão trabalhando na obra,
Conhecem Cada  palmo,cada canto do meu cofre.
Assim será fácil ser roubado por qualquer um,
Desses Malditos infelizes.
Na anciã de encontrar uma solução para o problema,
Mandou chamar as pressas seu conselheiro ravinas.
E esbravejando raivoso reclamou dizendo,como podes,
Ter uma idéia tão simples e medíocre?
Sem entender,do que ser tratava,respondeu ravinas como assim majestade? a que se refere.
Seu idiota com todas estas pessoas trabalhando na construção do meu cofre,que garantia terei que não serei roubado.
Tens até o amanhecer para dar-me uma solução,  pagaras com a morte, farei deste cofre a sua sepultura.
Mas meu senhor!exclamou ravinas não tens compaixão,
Do seu mais fiel amigo e conselheiro.
Não! Não! tenho e nem terei com nenhum de vocês mandarei matar a todos e vou lhe atribuir a culpa.
Agora vá!e só volte com uma solução,do contrario
Não terei clemência.
O pobre homem estava,desolado e com muito medo.
Afinal, ele só queria ajudar.
Pois bem foi uma noite de cão pensou muito e nada de encontrar solução para o problema, o dia amanheceu
E o rei mandou chamá-lo logo sedo.
Ravinas se apresentou al rei e disse-lhe,declame a sentença majestade, pois não tenho como resolver,
Esta questão.
E assim o rei se dirigiu a janela do palácio para dar a sentença prometida,dando como culpado pela morte
De todos os demais envolvidos na obra,o pobre ravinas.
Neste exato momento o substituto conselheiro de
Ravinas,o malvado e astuto sutero gritou.
Majestade? O Que? respondeu irritado, quem ousa,
Interromper-me nesta ora; sou eu? Sutero
Seu conselheiro substituto.
E bom que seja de fato, algo muito importante.
Do contrario não viveras para ocupar o cargo.
Pois não majestade posso lhe falar em particular.
E o rei concordou irritado.
Digo-lhe que não deveis executar nenhum deles,nem
Mesmo ravinas .
Como não? indagou o rei, tenho que me impor diante de qualquer insubordinação, afinal sou o rei?
Majestade ravinas e querido e respeitado por toda corte e seus súditos; enfrentaras problemas, diga-lhes
Que em virtude de seu novo conselheiro ter encontrado a solução, concederas clemência a todos.
Sim mas onde quer chegar cm esta conversa mole,
É simples? Quando no dia da inauguração vossa majestade,o rei sentenciara a todos deixanduos
Presos no interior do cofre, assim ninguém saberá
Do vosso segredo e daremos o caso por encerrado, como se fora um acidente.
ótimo?brilhante?e terei escravos suficiente para terminar a obra sem ter que gastar mais.
E assim o rei se retratou diante da multidão,
Feliz E satisfeito.
Em fim a obra estava quase pronta,o rei não via a ora de inaugurar seu tão sonhado desejo ambicioso de avareza.
Mandou chamar sutero para tratar dos preparativos de inauguração,e definir a estratégia de como executar o plano sem deixar falhas ou suspeitas.
Sutero disse fique tranqüilo majestade,ravinas esta afastado a tempos do trabalho e eu mesmo vou ordenar que ele inclua a todos na lista de convidados e nós sabemos que ele o fará com perfeição tal qual e a sua eficiência.
Concordou o rei dizendo isto mesmo ninguém melhor que ravinas para esta sua ultima missão.
Então sutero mandou chamar ravinas e deulhe as instruções necessárias para o evento.
Ravinas como nunca encontrara resposta para a atitude do rei ao clemênciar na época todos,e inclusive ele próprio ,sábio como sempre  desconfiou da estranha
Ordem de sotero pois ambicioso como era não deixaria de ele mesmo tomar todas as providencias para tão grandiosa festa.
afinal de contas ele sim era o atual conselheiro e braço direito do rei.
O bom ravinas tinha, uma semana para fazer os preparativos da grande festa,e enquanto isso tentaria descobrir o motivo que levara sutero encarregalo
Desta missão tão importante.
E assim foi feito tudo fora organizado de forma perfeita,era noite de véspera do evento.
Curiosamente,estavam os três em seus aposentos.
Todos apreensivos cada um por motivos diferentes.
O rei como sempre preocupado com a segurança de sua fortuna,parou e disse em vos baixa não preciso realmente preocupar-me com ninguém somente eu e sutero sabemos de toda verdade.
espere um pouco? eu disse eu e sutero não! Não! posso dividir este segredo com ninguém,tenho que dar um fim em sutero.
Já sei vou condena-lo a sua própria armadilha,  ele também será sacrificado com os demais.
Enquanto isso ravinas matou a charada,descobriu a trama do rei e de sutero mas resignado pensou este é meu destino sempre fui e serei fiel ao rei até a morte,
Mesmo sabendo de toda verdade e acho que vou mais longe aposto que o rei condenara sutero a mesma sorte.
O que seria alem de lógico bem merecido.
Quanto al rei, jurei ser fiel a ele e não a sua fortuna, maldita darei a ele o que merece
E aproveitando-se de sua autonomia com relação au
Evento mandou que trouxessem casais de serpentes das mais variadas e muito venenosas levoas para dentro do cofre sem que ninguém, soubesse devidamente embaladas em caixas de madeira e as escondeu num lugar bem seguro.
Então deu inicio a sua vingança pegou um pergaminho e deixou a seguinte mensagem para o rei,fui e serei fiel a ti,
Ate depois de morto levo comigo serpentes venenosas
Que aõ de guardar sua fortuna eternamente.roubastes minha vida mas não roubastes a inteligência com a qual lhe servi durante todo o tempo,doulhe um ultimo conselho saiba administrar suas patacas pois daqui por,
diante elas serão, seu tesouro.
pragas estão por vir,a maior parte de seus homens agora fazem parte de um tesouro que tu não tens mais como usufruir cuidado seu reinado pode estar no fim.
E passou em segredo este pergaminho para sua única filha deixando-a  incumbida de entregar ao rei na hora oportuna deu-lhe toda sua fortuna e disse-lhe quando for chegada a hora entregue este pergaminho ao rei e vá imediatamente para o sul.
Enquanto a noite passava sutero dormia, despreocupado
Afinal toda situação estava estava,tudo sob controle nada poderia dar errado.
No dia seguinte,é chegada a hora de inauguração o rei estava radiante não poupou nenhuma moeda de ouro
A festa recebeu  grandes  celebridades regada a pompas e luxuria em fim o rei mandou uma de suas serviçais embebedar e seduzir Lutero e depois deixá-lo dentro do cofre,e assim foi feito.
O dia passou a festa, acaboutodos os convidados se foram,e ravinas que já sabia o que aconteceria com sutero sentou se ao seu lado esperando acordar
Espantado ele olha para ravinas e diz o que faço eu, aqui?
Respondeu ravinae es, meu convidado estou pronto a lhe servir .em meu nome e em nome do rei.
Cale a boca seu idiota não lhe devo explicações.
Explicações? exclamou ravinas você deve a todos estes condenados ha morte achas que não sei que foi tua a idéia de nus prender neste local?
Neste momento a multidão enfurecida se tomou, contra
Sutero matanduo  ali mesmo.
Bem sete anos se passaram,
e o rei continuou sua vida de gastança
E de luxuria até que começou a surgir os primeiros problemas.
Crises, financeiras, falta de escravos para mão de obra nas colheitas até que veio a praga.
Todos fugiram e o rei foi ficando cada vez mais sonsinho,mas confiante em sua fortuna não se abalou.
Até que um dia a filha de ravinas procurou o rei e disselhe que estava de partida e como ultimo desejo de seu pai ela deveria entrega-lo o tal pergaminho.
Mais tarde o rei sentado em sua luxuosa cadeira abriu
O pergaminho desdenhadamente e começou a ler, qual
Foi a sua surpresa e desespero ao receber a noticia de que não teria acesso a nenhuma moeda,de ouro guardada poderosamente pelas serpentes; hoje muito mais numerosas.
Enfurecido gritou maldito ravinas tu há de enlouquecer-me e debruçado sob o orifício do cofre
Ele se debatia de ódio com os olhos estatelados e fixos
Naquela montanha de ouro,guardada por serpentes mil.
E assim o rei sem ouro sem escravos julgado pela sua cobiça e avareza.
Saiu pelo mundo andando como louco travestido em uma fantasia de serpente dourada.
E virou lenda;por onde passou, declamando.

Petrônio?o rei, de amídalas,fui? Não sou.
Patacas que transformei em ouro,nada restou?
Hoje sou apenas a fantasia que ficou.
Guardando a riqueza, que o macaco velho,
Ravinas erdou.


Juvenal Luiz    02/09/2007
           
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Enviado por juvenal bastos em 04/09/2007
Reeditado em 19/04/2012
Código do texto: T637434

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