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Serelepe, a formiguinha


Serelepe era uma formiguinha diferente das outras, não gostava de ajudar nas tarefas diárias.
Gostava mesmo era de passear na floresta.
Enquanto as suas amiguinhas trabalhavam incansáveis no formigueiro,
Serelepe ficava passeando, passeando.
Era muito vaidosa usava laçinhos na cabeça, calçava os seus sapatinhos vermelhos e lá ia ela para mais uma aventura na floresta.
Um belo dia, quando estava passeando perdeu um pé do sapatinho.
Procurou, procurou, mas não conseguiu achar ficou desesperada, coitada.
Voltou para o formigueiro numa tristeza só, não conseguia parar de chorar.
Foi, então, que uma das suas amiguinhas aproximou-se e perguntou a Serelepe, o que havia acontecido.
Serelepe, contou o ocorrido e a amiguinha resolveu ajudá-la.
Chamou as outras formiguinhas e foram com Serelepe, em busca do sapatinho perdido.
Entraram na floresta vasculhando todos os lugares onde Serelepe, tinha passado.
Demorou um tempo, mas o sapatinho foi encontrado e Serelepe voltou para casa toda faceira.
E desde aquele dia, ela resolveu ajudar as amiguinhas nas tarefas do formigueiro.
Porque entendeu que só a união faz a força e já que vivemos em grupos, temos que Serelepe era uma formiguinha diferente das outras, não gostava de ajudar
nas tarefas diárias.
Gostava mesmo era de passear na floresta.
Enquanto as suas amiguinhas trabalhavam incansáveis no formigueiro,
Serelepe ficava passeando, passeando.
Era muito vaidosa usava laçinhos na cabeça, calçava os seus sapatinhos
vermelhos e lá ia ela para mais uma aventura na floresta.
Um belo dia, quando estava passeando perdeu um pé do sapatinho.
Procurou, procurou, mas não conseguiu achar ficou desesperada, coitada.
Voltou para o formigueiro numa tristeza só, não conseguia parar de chorar.
Foi, então, que uma das suas amiguinhas aproximou-se e perguntou a Serelepe
o que havia acontecido.
Serelepe contou o ocorrido e a amiguinha resolveu ajudá-la.
Chamou as outras formiguinhas e foram com Serelepe em busca do sapatinho
perdido.
Entraram na floresta vasculhando todos os lugares onde Serelepe tinha passado.
Demorou um tempo, mas o sapatinho foi encontrado e Serelepe voltou para
casa toda faceira.
E desde aquele dia, ela resolveu ajudar as amiguinhas nas tarefas do formigueiro.
Porque entendeu que só a união faz a força e já que vivemos em grupos, temos que ter solidariedade uns com os outros.
 
Christine...

 
 
 

Christine Fujiwara
Enviado por Christine Fujiwara em 06/10/2007
Código do texto: T682590
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Sobre a autora
Christine Fujiwara
Florianópolis - Santa Catarina - Brasil, 50 anos
440 textos (31859 leituras)
(estatísticas atualizadas diariamente - última atualização em 17/10/17 15:34)
Christine Fujiwara