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Cachinhos marotos

Vem vindo; um, dois, dez... Cachinhos, Cachinhos, estou vendo vocês! Acham que podem chegar assim, mimosos, vivazes e sedosos sem ao menos deixar-me sentir vossos perfumes?
Ah, belos Cachinhos! Como são perfeitos... vocês que animam o mundo, enchem a vida de sorrisos, cantos e rimas, d'aurora ao findar do dia... e a noite, overdose de alegria!
Vejo-os dançando ao vento, bailando soltos, rebentos...
Surgem sucintamente, esbanjando charmes naturais em traços angelicais.
Às vezes torna-os arredios, outras vezes pedem por carinhos. Um verdadeiro lirismo correndo aos olhos do poeta que, ao te contemplar, compõe músicas, declama poesias, exalta-os "Cachinhos marotos"!
Sempre sensíveis como seda, puros feito as brisas e límpido como o amor.
Os domingos que estamos juntos, tranqüilidade plena, alegria extrema.
Digo: Vamos à praia? Os Cachinhos sorriem carinhosos dizendo que sim. Trocamos confidências, segredos e brincadeiras. A cada dia mais entrego-me aos teus encantos, o novo e o velho codificando a verdadeira essência de ser feliz.

Esse texto é para você Raquelzinha, minha filha, meus Cachinhos marotos, a quem refiro-me  e dedico todo o meu amor, todas as minhas forças e toda minha vida.

Russolini
Russolini
Enviado por Russolini em 08/10/2007
Reeditado em 15/10/2007
Código do texto: T685680

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Sobre o autor
Russolini
Santos - São Paulo - Brasil
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