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***SAUDADE DANADA***

***SAUDADE DANADA***

 

 

Saudade, saudade danada.

Que bate fundo no coração,

Trazendo a solidão.

São dois amigos aliados

Que vem sem ter compaixão.

 

Um triste adeus foi o que restou,

Daquele lindo e meigo olhar,

Que marcou minha vida, e deixou...

Um nó difícil de desatar.

 

Vou seguindo sem destino,

Mas não tenho como apagar,

A saudade que ficou doendo,

E trouxe a solidão para ocupar o teu lugar.

 

Amor perdido no tempo

Que me deixou em desatino

A brisa que veio de mansinho

Trouxe um pouco de paz

E  Teu sorriso lembrei...

 

Saudade, saudade danada

Que bate forte demadrugada,

Mais uma vez sem ter ninguém

Sábado e domingo, e segunda também...

 


O ano inteiro é sempre assim

A saudade e a solidão

Que vem e fala por mim...

Insistindo em machucar meu coração,

Trazendo lágrimas no meu olhar.

 

Saudade, saudade danada.

Não tenho forças para lutar,

Quero partir, quero fugir.

Para não ver você chegar...

 

 

 

 

Autoria Nadir Vilela

(direitos autorais reservados)

Em 28-02-2006 Brasil-Itatiaia-Penedo-RJ

 

Nadir Vilela Poetisa
Enviado por Nadir Vilela Poetisa em 13/03/2006
Reeditado em 15/03/2006
Código do texto: T122444

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Sobre a autora
Nadir Vilela Poetisa
Itatiaia - Rio de Janeiro - Brasil, 52 anos
572 textos (84737 leituras)
63 áudios (23024 audições)
(estatísticas atualizadas diariamente - última atualização em 02/12/16 18:18)
Nadir Vilela Poetisa