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Aquela (Lynx)

Procuro respostas mas não encontro
Não quero pertecer a esse jogo
de respostas nunca muito claras
e atitudes nem sempre pensadas

Eu não quero venerar o que não vejo
nem ao menos sentir algo para sofrer
ou tentar chegar as estrelas sem estender a mão

Sair do meu normal, desafiar a mim mesmo
sem saber porque... não é só o que tem grades
que se chama prisão

Vi o vento em seus cabelos
e o brilho nos seus olhos
pense que não sou frágil
mas na verdade eu me derreto

Tentei não ser eu mesmo,
tentei ser diferente
para tentar fugir de algo
que eu não posso ver

eu não vou tentar te convencer
que é tudo muito mais que isso
que tudo o que eu fiz
foi pra tentar te esquecer

Vivo minha vida sem pensar
no meu amanhecer...
no que pode me acontecer
já que é bem melhor, só aceitar isso

Vi o vento em seus cabelos
e o brilho nos seus olhos
pense que não sou frágil
mas na verdade eu me derreto

Tentei não ser eu mesmo,
tentei ser diferente
para tentar fugir de algo
que eu não posso ver
Augusto Sapienza
Enviado por Augusto Sapienza em 29/05/2006
Código do texto: T165486

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Sobre o autor
Augusto Sapienza
Rio de Janeiro - Rio de Janeiro - Brasil, 33 anos
52 textos (2158 leituras)
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