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RATOEIRA

Vou...venho...circular é respirar e a crueldade humana, supera os limites de ser humana e fracassa... e é de se duvidar também

Uns querem saber...outros querem o saber

procurar pra tráz,lados, baixos, beiras...eiras, nos acimas somos iguais

num barril e gotejando..Guimarães... perspicaz...infantil...real...versejava suas pétalas, definindo mais uma vez o improvável

pedras no poder...tiros no patrão...

balas perdidas

e é...quase...dia dos namorados...rs...rs
 
Ratoeira

Aquela
Ratoeira
luzia
apagava
acendia
Baile manipulador

Que nada
Toda tarde
existiria áquela saudade
faceira
Que o amor
não

bobeira

Por visto
Por ouvir
precipício
marémoto
vem de baixo
baile bom
levanta o pó

Que nada
que amar
também é isso
ao acaso
Ratoeira
Fale seu verso de cor

"ó que noite tão bonita
 ó que céu tão estrelado
 quem me dera estar agora
 junto do meu namorado"


Tatiana Cobbett
Enviado por Tatiana Cobbett em 11/06/2006
Reeditado em 13/06/2006
Código do texto: T173765
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Sobre a autora
Tatiana Cobbett
Florianópolis - Santa Catarina - Brasil, 56 anos
586 textos (22009 leituras)
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Tatiana Cobbett