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Quando não se tem o que amar

Nada além de pó
cinza sobre meus pés
tudo me impede de voar
Oh céus!
Oh Dor!
sou o castigo do diabo
a pedra do acusador
desintegro meus sonhos nas lagrimas
sou as tristes canções da criança perdida
sou o abismo
a infelicidade
moldada por mãos
que sangram
e sangram
mas que não deixam de viver
e eu que não deixo de sofrer.

Oh! poeta que canta sonetos pra mim.
faça-me sorrir dessa vez
faça-me esquecer essa dor
com seus versos alegres

Faça ver o mundo de um jeito melhor
um conto de fadas com tinta e papel
chorando palavras que irão me alegrar
o amor de nada vale
quando não se tem o que amar.
Clara Brito
Enviado por Clara Brito em 02/09/2007
Código do texto: T635134

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Sobre a autora
Clara Brito
Campos dos Goytacazes - Rio de Janeiro - Brasil, 27 anos
47 textos (1598 leituras)
6 áudios (778 audições)
(estatísticas atualizadas diariamente - última atualização em 22/10/17 07:11)
Clara Brito