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" Jornais da Manhã "

     Os jornais da manhã
     Desenharam teu nome
     Ensanguentado de tintas azuis
     Tão carregado de tintas azuis
     Azuis, azuis

     Estes jornais da manhã
     Nervosamente pintaram-te
     Exageradamente carmim
     Mas os jornais são assim
     Todo jornal é assim

     Na camisola do vento
     Na solidão da retina
     A valsa desafinou
     A dança atropelou
     Os passos da bailarina

     E eu fiquei sem saber
     O que era ser e não ter
     E o que a vida prepara
     Porque a vida tirou
     Sua presença de mim

     O raio alegre de sol
     Que te embalava contente
     Te escondeu entre os dentes
     Foi te colar docemente
     Na flor lilás do jardim

     ..................................................


      Sob qualquer bandeira


      A vida é breve
      Um sopro fugaz, um momento
      Algo que se deve respirar feliz
      Antes que deságue o sofrimento

      É eternidade
      Se um sonho acalento
      E se estás bem junto de mim
      Eu sou como o dono do vento

      Procuro a paz
      Com a ternura de quem quer carinhos
      Eu quero ver o sorriso dos homens
      Pavimentando de amor os caminhos

      Vem ficar comigo
      Mesmo que todos levantem barreiras
      Vamos falar a linguagem do mundo
      E adormecer sob qualquer bandeira .

Jose Balbino de Oliveira
Enviado por Jose Balbino de Oliveira em 17/11/2007
Reeditado em 21/11/2007
Código do texto: T740849

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Sobre o autor
Jose Balbino de Oliveira
Vitória - Espírito Santo - Brasil
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