É NATAL

Há mais de 2.000 anos uns magos partiram do Oriente em busca de Jerusalém, com a finalidade de presentear e adorar um menino que acabara de nascer.

Depois de muito procurar e orientado por uma estrela, encontraram numa estrebaria, deitado numa manjedoura aquele que haveria de ser o Salvador do mundo. Prostraram-se, o adoraram e abrindo os seus tesouros, entregaram-lhe as suas ofertas: Ouro, incenso e mirra.

Esses magos receberam uma profecia que em Belém haveria de nascer o Redentor, aquele que haveria de salvar toda a nação, numa atitude de fé esses magos partiram logo em busca daquele que haveria de ser o tão proclamado Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo.

A tradição diz que toda vez que um rei recebia a visita de alguém, era presenteado com aquilo que o visitante tinha de melhor, como prova do reconhecimento da autoridade do tal rei.

Foi isso que os magos fizeram ao tirarem dos seus tesouros: o ouro, o incenso e a mirra.

Na minha humilde concepção o ouro simbolizava o que eles tinham de mais valoroso, e ao oferta-lo eles não apenas adoravam como reconheciam o menino Jesus como rei, aquele que haveria de reinar sobre eles.

O incenso era muito usado no tabernáculo e no templo na realização das orações, penso eu que os magos naquele momento entendia que Cristo haveria de ser aquele que intercederia junto ao Pai por nossas vidas.

A mirra é muito usada como antisséptico e anti-inflamatório, penso que a mirra era um tipo de bálsamo que seria usado naquele que haveria de padecer e ser sacrificado pelos pecados de uma nação inteira, o cordeiro imaculado que verdadeiramente iria ser crucificado na cruz de um madeiro.

Diante dessa exposição, a minha preocupação é que não venhamos fazer dessa data apenas um momento de festa, de comidas, bebidas e muitas regalias, mas que possamos refletir sobre o verdadeiro significado do Natal.

Que possamos ver que os magos ofertaram aquilo que tinham de mais precioso e depositaram aos pés de Jesus, que também possamos ter essa atitude de entrega, de doação, que possamos também ofertar para o Senhor Jesus aquilo que tivermos de mais precioso, pois ele é merecedor de toda oferta e gratidão.

Que entendamos que estávamos impedidos de ter acesso ao Pai devido ao nosso pecado, mas que através do sacrifício de Cristo voltamos a ter acesso livre junto ao Pai, por que o Messias foi a nossa mediação.

Que possamos ofertar nossas vidas a Cristo como sacrifício vivo, santo e eficaz. Que o amor e a fraternidade possam ser evidências em nossas vidas.

Por que essa sim é a verdadeira mensagem que devemos tirar dessa época tão comemorada e festejada, que é o dia 25 de dezembro, data que marca o nascimento do verdadeiro Messias.

Simplesmente Gilson
Enviado por Simplesmente Gilson em 22/12/2016
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